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Africa Staff Writer

Primeiro-Mministro fala na Cimeira extraordinária da União Africana (UA) sobre industrialização

Download logoO Primeiro-Mministro vai intervir, esta sexta-feira, na cimeira extraordinária da união africana em representação do presidente da república Filipe Nyusi, A intervenção de Adriano Maleane será o ponto mais alto da participação da Moçambique na cimeira extraordinária sobre industrialização em África.

A cimeira que oficialmente inicia esta sexta-feira, junta quase todos chefes de estado e de governo de países membros da união Africana.

Na sua intervenção o primeiro-ministro poderá abordar a experiencia de Moçambique em programas sobre industrialização, politicas adaptadas e resultados.

Recordo que o governo esta a introduzir medidas para estimular o crescimento industrial através de programas específicos como o sustenta e o PRONAI- programa Nacional industrializar Moçambique.

Os programas apostam num modelo de infra-estruturas de rápido crescimento industrial através da implementação, em regime publico privado, de zonas francas e parques industriais.

Sobre o assunto a Rádio Moçambique sabe que o governo já encontrou o parceiro que vai operacionalizar a zona especial de processamento agro-industrial do corredor de desenvolvimento integral Pemba- Lichinga.

Ontem o ministro da indústria e comércio confirmou a existência desse parceiro, Silvino Moreno fez saber que até já foi criado o gabinete para implementação do projecto.

O ministro da indústria e comércio falava após participar numa reunião técnica que serviu para partilhar questões sobre os desafios da industrialização e do comércio livre em África.

Neste encontro os países defenderam a criação de um fundo continental para acelerar o processo da industrialização em África e garantir um crescimento económico sustentável. Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Africa Staff Writer

Novo relatório do Banco Africano de Desenvolvimento e de parceiros constata que 37 países africanos se industrializaram na última década

Trinta e sete dos 52 países africanos tornaram-se mais industrializados nos últimos onze anos, de acordo com um relatório recentemente divulgado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), a União Africana e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO).

O relatório do Índice de Industrialização de África (AII) fornece uma avaliação a nível nacional dos progressos de 52 países africanos através de 19 indicadores-chave. O relatório permitirá aos governos africanos identificar países comparáveis para aferir o seu próprio desempenho industrial e identificar as melhores práticas de forma mais eficaz.

O Banco Africano de Desenvolvimento, a União Africana e a UNIDO lançaram conjuntamente a edição inaugural do AII à margem da Cimeira da União Africana sobre Industrialização e Diversificação Económica, em Niamey, no Níger.  

Avaliação da industrialização através de várias métricas

Os 19 indicadores do Índice abrangem o desempenho da indústria transformadora, capital, trabalho, ambiente empresarial, infraestruturas e estabilidade macroeconómica.

O índice classifica também a industrialização dos países africanos em três dimensões: desempenho, determinantes diretos e determinantes indiretos. Os determinantes diretos incluem dotações, tais como capital e mão-de-obra, e a forma como estas são utilizadas para impulsionar o desenvolvimento industrial. Os determinantes indiretos incluem a criação de condições ambientais, tais como estabilidade macroeconómica, instituições e infraestruturas sólidas.

A África do Sul manteve uma classificação muito elevada ao longo do período 2010-2021, seguida de perto por Marrocos, que manteve o segundo lugar em 2022. Nos seis primeiros lugares ao longo do período estão o Egito, Tunísia, Maurícias, e Essuatíni.

O diretor do Banco Africano de Desenvolvimento para o Desenvolvimento Industrial e Comercial, Abdu Mukhtar, representou a instituição no evento de lançamento. 

“Apesar de África ter mostrado progressos encorajadores na industrialização durante o período 2010-2022, a pandemia de Covid-19 e a invasão russa da Ucrânia atrasaram os seus esforços e salientaram as lacunas nos sistemas de produção; o continente tem uma oportunidade única de resolver esta dependência através de uma maior integração e conquista dos seus próprios mercados emergentes”, afirmou.

“A Área de Comércio Livre Continental Africana está a criar uma oportunidade única de mercado único de 1,3 mil milhões de pessoas e um total agregado de despesas de consumo e negócios de até 4 biliões de dólares, que criam uma oportunidade para melhorar as suas ligações comerciais e de produção e finalmente aproveitar a competitividade industrial que resulta da integração regional, como outras regiões têm feito”, acrescentou.

O Banco Africano de Desenvolvimento investiu até 8 mil milhões de dólares ao longo dos últimos 5 anos no âmbito da sua prioridade estratégica (High-5) Industrializar África. “Só no setor farmacêutico, pretendemos gastar pelo menos 3 mil milhões de dólares até 2030”, exemplificou Mukhtar. 

O Índice Industrial Africano reflete o compromisso do Banco em promover a industrialização como uma prioridade estratégica no âmbito da sua Estratégia decenal (2013-2022), e as suas 5 principais prioridades operacionais (High5). 

A construção de uma indústria produtiva será parte integrante do desenvolvimento de África, oferecendo um caminho para uma transformação estrutural acelerada, a criação de empregos formais em escala e o crescimento inclusivo. No entanto, a quota de África na indústria transformadora mundial continuou a diminuir para o nível atual de menos de 2%. Políticas industriais mais proativas são encaradas como cruciais para inverter a tendência, mas estas são intensivas em conhecimento e requerem uma compreensão detalhada dos constrangimentos e oportunidades que cada país enfrenta.

Adição de valor através da manufatura é mais importante que o tamanho das economias

Estas são algumas das principais conclusões do relatório:

Durante o período de cobertura, Djibuti, Benim, Moçambique, Senegal, Etiópia, Ruanda, Tanzânia, Gana e Uganda melhoraram cinco ou mais lugares na classificação. 
Os melhores desempenhos não são necessariamente aqueles com as maiores economias, mas os países que geram um elevado valor acrescentado per capita, com uma proporção substancial de bens manufaturados destinados à exportação;
O Norte de África continua a ser a região africana mais avançada em termos de desenvolvimento industrial, seguida pela África Austral, África Central, África Ocidental e África Oriental.

Sinergias com o Observatório da Indústria Africana

O Índice de Industrialização de África foi uma das duas novas ferramentas apresentadas durante o evento. O segundo – e complementar – Observatório da Indústria Africana, revelado pela UNIDO e pela União Africana, servirá como uma plataforma central de conhecimento online para recolher, analisar e consolidar os dados quantitativos necessários para análises qualitativas das tendências, previsões e comparações da indústria nacional, regional e continental.

A Diretora Interina para a Indústria, Minerais, Empreendedorismo e Turismo da Comissão da União Africana, Chiza Charles Chiumya, afirmou: “Estas ferramentas vão melhorar muito a nossa política industrial, bem como ajudar a trazer o enfoque necessário que a industrialização tanto necessita, quer dos decisores políticos, como do setor privado, que agora verão claramente onde o continente tem oportunidades”. Chiumya representava o Comissário da UA para o Comércio e Indústria, Albert Muchanga.

“O Observatório da Indústria Africana e o Índice de Industrialização de África ajudarão a consolidar a cooperação interinstitucional, reforçar a influência do diálogo político de cada instituição para acelerar o desenvolvimento industrial e um melhor conhecimento da dinâmica do desenvolvimento industrial”, disse Victor Djemba, Chefe da divisão África da UNIDO.

A Cimeira Extraordinária da União Africana sobre Industrialização e Diversificação Económica e a Sessão Extraordinária da União Africana sobre a Área de Comércio Livre Continental Africana estão atualmente a decorrer em Niamey, Níger, até 25 de novembro de 2022. O tema da Cimeira é: Industrialização da África: Compromisso Renovado para a Industrialização Inclusiva e Sustentável e a Diversificação Económica.

Descarregar o relatório em inglês (https://bit.ly/3OywD5M) ou francês (https://bit.ly/3gAropK)
Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contacto para os media:
Olufemi Terry,
Comunicações e Relações Externas
[email protected]

Sobre O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Africa Staff Writer

Programa Mundial de Alimentos (PMA) quer fazer chegar alimentos a 8 milhões na República Democrática do Congo este ano

O Programa Mundial de Alimentos, PMA, pretende alcançar mais de 8 milhões de pessoas, ainda este ano, na República Democrática do Congo, RD Congo.

A agência apoia o acesso a alimentos, a melhoria da nutrição e a busca de resiliência a longo prazo. A meta é ajudar os beneficiários a passarem da dependência de auxílio humanitário para que se sustentem de forma independente.

Insegurança alimentar afeta 26 milhões de pessoas 

Estima-se que 1 milhão de congoleses receberam dinheiro para a compra de alimentos em 2022.

A assistência oferecida em parceria com a União Europeia abre as opções de acesso à comida e para atender necessidades das pessoas em áreas como saúde e educação.

As provinciais orientais de Kivu do Norte, Kivu do Sul e Ituri são as  que registam mais episódios de ataques e agitação. Nos últimos anos, as regiões de Tanganica, no sudeste, e Kasai Central também foram atingidas pelos confrontos.

A violência no leste congolês é uma da principias razões limitando o acesso adequado aos alimentos no país.

Estima-se que 26 milhões de pessoas enfrentem insegurança alimentar, um número considerado o mais alto do mundo quando calculado com os 5,7 milhões de deslocados.

Famílias anfitriãs

Este ano, pelo menos 1,5 milhão de pessoas deixaram suas casas devido aos confrontos entre forças do governo congolês e grupos armados.

A situação observada nos últimos 25 anos piora com a separação de grupos armados que atuam atacando civis e impedindo seu acesso aos acampamentos.

Três em cada quatro deslocados internos vivem com famílias anfitriãs. Muitas delas enfrentavam dificuldades para sobreviver já antes de acolher os necessitados.Distribuído pelo Grupo APO para UN News.Media filesDownload logo

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Libéria: Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprova financiamento de 5,12 milhões de dólares para o Programa de Produção Alimentar de Emergência

Download logoO Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou o financiamento do Programa de Produção Alimentar de Emergência na Libéria (http://bit.ly/3gu1AM3). Isto abre caminho para o governo apoiar os agricultores a aumentar a produção de alimentos resistentes ao clima e mitigar o impacto da guerra em curso na Ucrânia.

O financiamento inclui uma subvenção de 2,28 milhões de dólares e um empréstimo de 2,84 milhões de dólares do Mecanismo de Apoio à Transição criado pelo Grupo Banco.

A agricultura é um setor importante na economia da Libéria, contribuindo com cerca de 26% para o PIB. As principais culturas são a borracha, arroz, mandioca, banana e óleo de palma. A mandioca e o arroz são as principais culturas alimentares de base.

No entanto, a produtividade agrícola global é baixa. Isto deve-se a vários fatores, como as fracas infraestruturas básicas – equipamento agrícola, estradas inadequadas da exploração agrícola para o mercado, aplicação limitada de fertilizantes e pesticidas, capacidade inadequada de armazenamento de alimentos – bem como conflitos civis entre 1989 e 2003 e o surto de Ébola de 2014 a 2015.

Quase 50% da população da Libéria é considerada como estando em insegurança alimentar, e a desnutrição infantil é persistente – 35% das crianças menores de 5 anos são raquíticas e 15% delas têm peso inferior ao normal.

O programa de produção alimentar na Libéria constitui um apoio orçamental setorial no âmbito do Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência (http://bit.ly/3PGX60J) do Banco Africano de Desenvolvimento, que visa aumentar a produção de alimentos resistentes ao clima para os agricultores africanos, na sequência de choques globais como a guerra na Ucrânia e o aumento dos preços dos combustíveis e fertilizantes.

O Mecanismo fornecerá sementes certificadas a 20 milhões de pequenos agricultores africanos. Aumentará o acesso a fertilizantes agrícolas e permitir-lhes-á produzir rapidamente 38 milhões de toneladas de alimentos – um aumento de 12 mil milhões de dólares na produção de alimentos em apenas dois anos.

O programa da Libéria, que será implementado de 2022 a 2024, permitirá ao governo fornecer subsídios inteligentes diretos (que criam incentivos ao investimento do setor privado no mercado de insumos sem distorcer o mercado), aos agricultores vulneráveis. O financiamento também permitirá ao governo facilitar o acesso dos agricultores a sementes e fertilizantes melhorados.

“Congratulamo-nos com esta aprovação oportuna e altamente esperada, que melhorará a segurança alimentar e nutricional na Libéria e o ambiente regulador para uma agricultura inteligente em termos climáticos”, disse Benedict Kanu, representante do AfDB para a Libéria. “Sendo os liberianos saudáveis o maior bem que o país pode ter, dificilmente qualquer outra prioridade poderia ser mais premente do que abordar a insegurança alimentar para salvaguardar as necessidades calóricas e nutricionais dos liberianos e proteger o seu desenvolvimento humano”, afirmou.

O Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência já beneficiou 26 países em África com 26 programas no valor de 1,257 mil milhões de dólares.
Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contacto:
Amba Mpoke-Bigg
Departamento de Comunicação e Relações Externas
[email protected]

Contacto técnico:
Mark Eghan
Economista Agrícola Principal

Sobre O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Governo implementa Projecto Inovadores para indústrias Culturais

Download logoO governo, através do Ministério da Cultura e Turismo, recebeu, dos parceiros de cooperação, um financiamento de seiscentos mil euros para a implementação do projecto denominado Fundo de Solidariedade para Projectos Inovadores para Indústrias Culturais e Criativas.

Esta é uma informação prestada esta quarta-feira, em Maputo, pela Ministra da Cultura e Turismo, durante a visita que efectuou ao Centro Cultural Franco-Moçambicano.

Eldevina Materula disse que se pretende, com o projecto, divulgar de forma abrangente, as informações ligadas ao plano artístico-cultural do país.

No Centro Cultural Franco-Moçambicano, Eldevina Materula, na companhia do director-geral da Organização Mundial de Propriedade Intelectual, Daren Tang, que se encontra no país, visitou a exposição do fotógrafo moçambicano, Mauro Pinto.

Segundo Mauro Pinto, a exposição intitulada Blackmoney, simula um túnel de minas, retratando a forma de trabalho dos mineiros.

O projecto “Fundo de Solidariedade para Projectos Inovadores para Indústrias Culturais e Criativas” visa criar mecanismos para que o sector cultural se transforme num sector económico autónomo, gerador de renda, e garantir a protecção dos direitos de autor. (RM)Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Organização das Nações Unidas (ONU) destaca histórias de mulheres empresárias

Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento lançou publicação com 21 histórias de sucesso de negócios fundados por mulheres; elas foram treinadas pelo principal programa de capacitação da Unctad, o Empretec; agência já treinou mais de 500 mil pessoas globalmente.

Comemorando o empreendedorismo feminino, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad, lançou a publicação “Mulheres nos negócios, construindo empresas com propósitos em meio a crises”.

O documento conta as histórias de 21 mulheres de países em desenvolvimento que enfrentaram inúmeros desafios para construir negócios de sucesso e foram treinadas por meio do principal programa de capacitação da Unctad, o Empretec.

Treinamento no Brasil

Segundo o Unctad, o Empretec já treinou mais de meio milhão de empreendedores de países em desenvolvimento desde 1988. O programa possui atualmente 41 centros nacionais de desenvolvimento de negócios em todo o mundo, com 40 instrutores mestres internacionais e 600 instrutores locais certificados.

No Brasil, um dos primeiros facilitadores do Empretec, Mauro Pedro Lopes, destacou os resultados do programa no país e como a iniciativa impulsionou pequenos negócios.

“Entre os participantes do Empretec, 80% iniciaram novos negócios imediatamente após a aplicação do seminário. O foco é no empreendedor, porque nós acreditamos que o principal diferencial competitivo é o comportamento do empreendedor frente a situações de negócios e, assim, melhorando o comportamento em situações de do dia a dia, ele tem uma melhor condição de lidar com as mudanças que acontecem de no ambiente de negócios”

Com os novos desafios globais, ele afirma que o conteúdo do programa pode contribuir na criação de negócios e profissionais mais resilientes. Segundo Mauro Pedro Lopes, em 30 anos, o treinamento já capacitou cerca de 400 mil pessoas no Brasil.

A empreendedora Rosana Marques fez o treinamento da agência da ONU. Ela fundou uma empresa de roupas íntimas com sede na cidade brasileira de Juruaia, Minas Gerais, com a intenção de construir um negócio que atendesse a comunidade e gerasse oportunidades de trabalho.

Começando em 1994 como um negócio de duas pessoas, a empresa cresceu e transformou Juruaia na capital da lingerie, com muitas mulheres locais em sua força de trabalho.

Estereótipos de gênero e apoio a comunidade

A secretária-geral da Unctad, Rebecca Grynspan, afirmou que espera que as histórias dessas 21 “campeãs do Empretec” e a engenhosidade e resiliência que elas demonstram em meio às crises sejam uma fonte de inspiração para outras mulheres e meninas que procuram modelos e esperança.

A publicação ainda destaca que as competências empreendedoras pessoais são fundamentais para ampliar os negócios e direcioná-los para novas direções.

Outra história marcada na publicação é da fundadora de uma empresa de construção em Moçambique, Uneiza Ali Issufo, que precisou superar estereótipos de gênero ao entrar em uma indústria dominada por homens.

As histórias ilustradas na publicação mostram que o apoio da família também é importante quando as mulheres empresárias lançam e sustentam empreendimentos.

Enquanto expandiam seus negócios, essas mulheres empresárias mantiveram suas comunidades no foco. A ugandense Joyce Kyalema construiu um negócio de abóbora que, desde o início, buscava ajudar as mulheres rurais a alimentar suas famílias e aumentar a renda.

Movidos pela responsabilidade social

Também em destaque na publicação está a bioquímica indiana Kayan Motashaw, que se aventurou no ramo agroalimentar porque se preocupa profundamente com a segurança alimentar. Sua empresa treina os agricultores para melhorar as técnicas de apicultura para que obtenham receita o ano todo.

Com empreendedorismo em seu DNA, Angelica Magdallen Rumsey, da Zâmbia, fundou a Angel Bites, que começou como um negócio de entrega de comida para viagem e depois se transformou em uma loja de vários produtos que vende produtos locais.

Tendo superado o preconceito de gênero para alcançar o sucesso, ela está determinada a transmitir seu conhecimento para ajudar a desenvolver mulheres empreendedoras mais jovens.

Fatou Gaye, que criou a Gaye Njorro Skills Academy na Gâmbia, também está apoiando mulheres empresárias mais jovens. “Se uma mulher é apoiada, uma nação é construída. Porque uma mulher apoiará outra e quem quer que ela encontre”, disse Gaye.

O mundo precisa de mais mulheres empreendedoras

As estimativas anteriores da Unctad mostraram que, entre 2010 e 2019, 68% das empresas em todo o mundo não eram propriedade de mulheres, enquanto apenas 16% eram de propriedade de mulheres.

As estimativas mostram que essa sub-representação pode prejudicar o crescimento econômico e o emprego decente e que a renda perdida devido à inatividade das mulheres nos negócios pode chegar a 30% do PIB em países com grandes disparidades de gênero.

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Boost multimilionário para pequenas empresas à medida que mais países africanos aderem ao Programa MultiChoice Africa Accelerator

Após o êxito do MultiChoice (www.MultiChoice.com) Africa Accelerator (http://bit.ly/3V1Btej) Programme, que garantiu 16 milhões de dólares americanos (USD) de financiamento para seis empresas emergentes no ano passado, o programa foi alargado para mais oito países de África.

Um maior número de pequenas empresas do sector de tecnologia de África tem agora a oportunidade de beneficiar do programa 2023, que fornece as competências e oportunidades necessárias para atrair financiamento empresarial transformador.

“Estamos muito entusiasmados por expandir o MultiChoice Africa Accelerator Programme para mais países africanos,” afirmou Calvo Mawela, CEO do MultiChoice Group, anunciando o lançamento. “Faz parte do nosso compromisso de longo prazo com o crescimento e multiplicação do potencial tecnológico de África, que é fundamental para o nosso crescimento futuro.”

O MultiChoice Africa Accelerator Programme, que teve início durante a Semana Mundial do Empreendedorismo, destina-se a start-ups e pequenas empresas estabelecidas em sectores tecnológicos específicos – healthtech, agritech, fintech, edutech, economia circular e indústrias criativas.

“Existe um talento empresarial incrível por toda a África,” afirmou Mawela. “O MultiChoice Africa Accelerator é uma oportunidade para investidores e pequenas empresas colaborarem para multiplicar o impacto desse talento e escalá-lo por toda a África.”

Tendo começado na África do Sul em 2021, o MultiChoice Africa Accelerator está se a expandir para a Costa do Marfim, Senegal, Nigéria, Gana, Quénia, Zâmbia, Angola e Etiópia. A iniciativa prepara empreendedores emergentes para garantir financiamento e ampliar os seus negócios, além de oferecer oportunidades de apresentação a investidores internacionais.

O Presidente do African Development Bank, Dr. Akinwumi Adesina observou (http://bit.ly/3gw2NCo) anteriormente que “o sector privado é o acelerador de crescimento de África”, e várias nações africanas apoiaram o desenvolvimento de pequenas empresas como parte da sua estratégia económica. O MultiChoice Africa Accelerator encaixa-se nesses objectivos de desenvolvimento.

O MultiChoice Africa Accelerator Programme é uma iniciativa do MultiChoice Innovation Fund, em colaboração com a incubadora de empresas Companies Creating Change (C3) (https://www.WeGrowwithc3.com) do Dubai, que oferece aos empreendedores acesso às ferramentas, competências e apoio financeiro para expandir os seus negócios. A MultiChoice também fez parceria com a EOH, uma empresa de serviços de tecnologia que trará a sua experiência para a mesa, especialmente em termos de consultoria técnica, sprint de desenvolvimento e apoio técnico.

A primeira fase do MultiChoice Africa Accelerator Programme vê parceiros do sector público e privado em cada país nomeando empresas ou empreendedores para o programa. A partir daí, 29 das start-ups embarcam num curso intensivo de formação virtual. A iniciativa destina-se a empresas estabelecidas que já estão em operação e procuram crescer através da atracção de mais investimentos.

“Os fundadores de startups aprendem tudo, desde como pesquisar adequadamente o seu sector de negócio e o seu mercado, até como criar um nicho para o seu negócio,” afirma Boitumelo Monageng, da Swypa, um dos finalistas do ano passado. “Durante os workshops, fomos incentivados a ir mais fundo e percebi que temos potencial para competir numa escala muito maior.”

O curso de formação virtual decorre ao longo de várias semanas, ensinando aos proprietários de start-ups competências de meios de comunicação social, a melhor forma de comercializar os seus negócios a investidores, como criar planos de negócios apelativos e saber o que os investidores procuram.

Mais tarde, os empreendedores reunir-se-ão num evento de final, onde 11 start-ups serão seleccionadas para a fase final de preparação de apresentações. Estas participarão numa formação C3 destinada a aprenderem como moldar a sua história para investidores internacionais e se prepararem antes das suas grandes apresentações.

“Acreditamos que as PMEs nos sectores de tecnologia, sustentabilidade e criatividade serão fundamentais para a próxima fase do crescimento de África”, afirma Mawela. “O MultiChoice Africa Accelerator destina-se a encontrar as start-ups mais promissoras e capacitá-las para desempenharem este papel tão crítico.”
Distribuído pelo Grupo APO para MultiChoice Group.For media enquiries, contact:
MultiChoice Group Contact Details:
Elizabeth Ferreira, Corporate Communications
Tel: +27 83 482 5241
[email protected]

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Ministério da Saúde tem desenvolvido vários programas para dar respostas à situação de saúde das crianças e adolescentes – Evandro Monteiro

Download logoNa sua Intervenção, durante o Parlamento Infantojuvenil Nacional, que decorreu na cidade da Praia, de 18 a 20 de novembro, o Secretário de Estado Adjunto da Ministra da Saúde, Evandro Monteiro, disse que o Governo, através do Ministério da Saúde tem estado a trabalhar, afincadamente, para a promoção da saúde das crianças e adolescentes, com vários programas criados e desenvolvidos especificamente.

“Estamos cientes que a adolescência, sendo um momento único na vida de qualquer ser humano, com potencial de moldar as pessoas para a vida adulta, deverá haver uma atenção especial, por forma a garantir que promovamos o bem-estar psicológico e protegermos as nossas crianças e adolescentes de experiências adversas e fatores de risco que possam afetar seu potencial de prosperar”, observou.

Segundo o Secretário de Estado, a Direção Nacional da Saúde tem implementado vários programas com atenção para esta faixa etária, nomeadamente com objectivos específicos, através do Programa Nacional de Saúde Infantil; o Programa da Saúde do Adolescente e o Programa Nacional de Nutrição e Escolas Promotoras de Saúde, que também intervêm na área da saúde mental, do ponto de vista da saúde integral e ao longo do ciclo de vida.

No que se refere à área da saúde mental, reforçou que, em termos das infraestruturas em saúde, para além do acesso às consultas e acompanhamentos específicos para as áreas da psiquiatria, psicologia e assistência social, a rede de atenção primária conta atualmente com salas específicas para o atendimento aos adolescentes, salas essas criadas para e com os adolescentes e que pretendem promover a saúde junto desta população, enquanto aproxima ainda mais os serviços de saúde às comunidades abrangentes.

Evandro Monteiro acrescentou, ainda, que dado à complexidade na abordagem dos principais problemas de saúde mental, mais concretos em áreas de maior relevância, como a depressão e o suicídio, o Ministério da Saúde e o Sistema Nacional de Saúde (SNS), vem desenvolvendo programas específicos ligados à saúde mental e, especificamente, à saúde integral. Citou como exemplo o mais recente Plano Estratégico, elaborado para o horizonte 2021-2025, que orienta as políticas, as estratégias e as intervenções a serem realizadas no âmbito da saúde mental em Cabo Verde.

O Parlamento Infantojuvenil tem sido promovido pelo Ministério da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, através do Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), o Ministério da Educação, através da Direção Nacional de Educação, a Assembleia Nacional, a UNICEF/Cabo Verde, as Aldeias Infantis SOS, entre outros parceiros.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Presidente da República visita Cabo Delgado

Download logoO Presidente da República, Filipe Nyusi, inicia esta quarta-feira um visita de trabalho de dois dias à província de Cabo Delgado.

Nesta província, o Chefe do Estado vai inaugurar hoje em Afungi o projecto Coral Sul FLNG, em implementação na Bacia do Rovuma.

O empreendimento foi construído no âmbito do Projecto Coral South FLNG, em desenvolvimento na Bacia do Rovuma, cuja produção e exportação do gás natural liquefeito iniciou em Novembro corrente.

Ainda em Cabo Delgado, o Presidente Filipe Nyusi irá proceder à inauguração do novo edifício do Gabinete do Secretário do Estado, bem como da Direcção Provincial de Economia e Finanças.

Nesta deslocação, o Presidente da República faz-se acompanhar pelos ministros na Presidência para Assuntos da Casa Civil, Constantino Bacela dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, vice-ministra da Economia e Finanças, Carla Louveira, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado. (RM)Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Arrancou, em Mindelo, a 8ª edição da Universidade Africana da Juventude e Desenvolvimento

Download logoA Faculdade de Educação e Desporto (FaED), no Mindelo, São Vicente, acolheu o arranque da 8ª Edição da Universidade Africana da Juventude e Desenvolvimento (UAJD), que decorre, de 22 a 26 de novembro, sob o lema “Construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas”. O ato de abertura oficial foi presidido pelo Ministro Adjunto do Primeiro Ministro para a Juventude e Desporto, Carlos Monteiro.

Trata-se de uma iniciativa com base no Programa YouthConnekt Cabo Verde, que visa refletir assuntos afetos à inclusão e ainda debater com a juventude questões sobre “ser mais ativos e responsáveis para agarrar as oportunidades existentes em Cabo Verde, África e Europa”, afirma Carlos Monteiro.

Durante o seu discurso de abertura, o Ministro Adjunto agradeceu aos parceiros e à organização, justificando os motivos primordiais que levaram Cabo Verde a acolher, novamente, este importante encontro sobre a conexão dos jovens com as oportunidades.

Carlos Monteiro assegurou que a Universidade Africana para a Juventude e Desenvolvimento é “um evento internacional para reuniões, defesa da juventude, promoção da interculturalidade e intercâmbio de boas práticas que reúne, durante quatro dias, centenas de jovens da África e Europa, decisores e especialistas proporcionando um espaço de encontro, debate e cooperação em questões de política da juventude”.

O executivo fez questão de salientar, ainda, que este é um evento centralizado na conexão dos jovens com as oportunidades, reunindo num único espaço, a camada juvenil, decisores, especialistas e representantes institucionais, proporcionando uma cooperação em questões de política de juventude.

“Enquanto Governo, continuamos a fortalecer a integração de Cabo Verde a nível continental na União Africana, mas para isso precisamos nos tornar cada vez mais inclusivos para dar abertura aos jovens”.

Cabo Verde acolheu outrora, também, em São Vicente, a 4ª e 5ª edições da Universidade Africana da Juventude e Desenvolvimento (UAJD), em 2012 e 2013 e agora, Mindelo voltou a receber mais uma edição desse evento internacional, que se realiza em parceria com o Governo de Cabo Verde e o Centro Norte-Sul do Conselho da Europa.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Concurso de Heróis empresariais africanos anuncia vencedores de 2022

O Concurso de Heróis empresariais africanos (https://www.AfricaBusinessHeroes.org/en/), uma iniciativa filantrópica patrocinada pela Fundação Jack Ma e pela Alibaba Philantropy, anunciou os vencedores deste ano durante uma Grande Final híbrida realizada em Joanesburgo, África do Sul, transmitida em direto para uma audiência global. Elia Timotheo, da Tanzânia, Tesh Mbaabu, do Quénia, e Nadia Gamal El Din, do Egito, foram nomeados primeiro, segundo e terceiro vencedores, respetivamente. O vencedor do primeiro prémio recebeu uma subvenção de 300 mil dólares para acelerar ainda mais o crescimento do seu negócio.

Os três melhores Heróis empresariais africanos de 2022 são:

1.º – vencedor de 300 000 USD – Elia Timotheo, fundador e CEO da East Africa Fruits Co. (Tanzânia)

2.º – vencedor de 250 000 USD – Tesh Mbaabu, Cofundador e CEO da Marketforce Technologies (Quénia)

3.º – vencedora de 150 000 USD – Nadia Gamal El Din, fundadora e CEO de Rahet Bally (Egito)

“Gostaria de agradecer à equipa da ABH, por trabalhar connosco ao longo deste percurso, e aos meus companheiros Heróis por estarem ao meu lado. Quero dedicar especialmente esta vitória à minha equipa, pois não estaria onde estou agora sem eles. Mais significativamente, o prémio destina-se a demonstrar aos meus colegas tanzanianos que o empreendedorismo é o caminho a seguir e que a sustentabilidade alimentar é alcançável para todos os jovens africanos, se tivermos a coragem de fazer as coisas acontecerem”, afirmou Elia Timotheo, fundador e CEO da East Africa Fruits Co., um distribuidor de alimentos que aproveita os dados e a tecnologia para criar processos eficientes para os agricultores e consumidores, reduzindo simultaneamente o desperdício alimentar.

Tesh Mbaabu também foi escolhido como o vencedor do prémio “People's Choice”, que foi recentemente apresentado este ano para incentivar o público a apoiar o seu herói favorito entre os dez finalistas através da votação online.

“Os vencedores do concurso de Heróis empresariais africanos de 2022 encarnam o incrível espírito empreendedor da região. Os juízes reconheceram-nos pela sua liderança, paixão e capacidade de impulsionar o impacto positivo em toda a África através dos seus negócios. Apesar dos desafios sem precedentes dos últimos dois anos, estes empreendedores inspiraram-nos a todos com a sua resiliência e um compromisso inabalável com os seus negócios e comunidades”, disse Jason Pau, Diretor Executivo de Programas Internacionais, Fundação Jack Ma.

Os finalistas para além dos três primeiros vão receber 100 000 USD em financiamento de prémios, e 10 000 USD adicionais serão atribuídos a cada um dos dez finalistas para programas de treino imersivos e atividades de reunião comunitária.

Os dez finalistas do concurso deste ano foram escolhidos a partir de um conjunto inicial de mais de 21 000 candidaturas dos 54 países africanos após seis meses de avaliação rigorosa por mais de 300 juízes.

Mais de 7000 espetadores de todo o mundo assistiram à Grande Final ao vivo, acompanhando os finalistas enquanto apresentavam os seus negócios a um painel final de reputados juízes: Ibukun Awosika, fundador e CEO do The Chair Centre Group, Victor Williams, CEO da NBA Africa, e Joe Tsai, Vice-Presidente Executivo do Grupo Alibaba.

Os juízes da Grande Final ficaram impressionados com a qualidade dos finalistas e dos seus negócios, comentando:

“Parabéns a todos os finalistas e vencedores da competição deste ano da ABH. Mais uma vez, tenho o privilégio de fazer parte do júri e de poder colocar um foco no importante trabalho que está a ser feito por empresários inovadores no continente africano. Esperamos ver os negócios destes empresários excecionais florescer em empresas maiores e melhores que estimulem o desenvolvimento socioeconómico para além dos seus mercados locais”, afirmou Ibukun Awosika, fundador e CEO do The Chair Centre Group.

“Parabéns a todos os finalistas e vencedores da competição deste ano da ABH. O empreendedorismo é mais do que apenas construir um negócio de sucesso; é preciso verdadeira coragem e paixão para criar e aproveitar oportunidades onde nem sempre existem. Estes empreendedores excecionais são todos vencedores dignos e estou entusiasmado para ver como continuarão a impulsionar o progresso nos seus respetivos mercados, bem como em todo o continente africano”, disse Victor Williams, CEO da NBA África.

“O concurso da ABH é uma oportunidade incrível de ver o vigoroso empreendedorismo a decorrer no continente africano Os vencedores deste ano são modelos de empreendedorismo no que diz respeito a mudar a vida das pessoas e criar oportunidades para as pessoas transformarem a sociedade através da tecnologia. Acreditamos que a sua contribuição será enorme se conseguirem inspirar mais empreendedorismo em todo o continente”, comentou Joe Tsai, vice-presidente executivo do Grupo Alibaba.

O concurso africano de Heróis empresariais visa ajudar a criar um ecossistema empreendedor inclusivo e vibrante em África. A competição anual, agora no seu quarto ano, destaca os talentosos empreendedores africanos que trabalham para fazer a diferença nas suas comunidades e ajudar a construir um futuro mais sustentável e inclusivo. O concurso da ABH é orientado para as bases, bem como a idade, o género e o sector agnóstico.

O slogan oficial da competição deste ano, “It's African Time”, foi um apelo arrojado à ação de empreendedores africanos talentosos para redefinir estereótipos associados com o “tempo africano”, como criar impacto local e construir um futuro melhor e mais inclusivo através dos seus negócios.

A última edição do programa de TV Business Heroes de África vai para o ar em 2023. O espetáculo seguirá os finalistas na sua emocionante viagem até à Grande Final da ABH de 2022 e apresenta as suas apresentações em palco e momentos dos bastidores da Competição. A reprodução completa em vídeo da Grande Final da ABH de 2022 está disponível no canal oficial de YouTube (https://bit.ly/3Euh5vf).

A pré-inscrição para o prémio ABH 2023 será aberta em dezembro de 2022 e a candidatura à ABH de 2023 será aberta no início de 2023. Para obter notícias e atualizações, visite AfricaBusinessHeroes.org, subscreva a newsletter e siga @africa_heroes (http://bit.ly/3vFmR7o) no Twitter.
Distribuído pelo Grupo APO para Africa’s Business Heroes (ABH).Contacto com a Imprensa: 
Sala de imprensa dos Heróis empresariais de África:
[email protected]

Para obter mais informações, imagens ou solicitações de entrevistas, entre em contacto com:
Inglês
Tracy Walakira
[email protected]

Francês/Árabe
Malika Bouayad
[email protected]

Sobre os Heróis empresariais de África:
O Concurso de Heróis empresariais de África é uma iniciativa filantrópica patrocinada pela Fundação Jack Ma e pela Alibaba Philanthropy. Tem como objetivo apoiar, inspirar e potenciar a próxima geração de empreendedores africanos em todos os setores que estão a construir um futuro mais brilhante para o continente, oferecendo financiamento subvencionado, programas de formação e apoio ao desenvolvimento de um ecossistema empreendedor. Ao longo de um período de 10 anos, todos os anos, o Concurso de Prémios ABH e o espetáculo contam com 10 finalistas empreendedores, enquanto lançam o seu negócio para ganhar uma parte de 1,5 milhões de dólares em dinheiro de subvenção.
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Africa Staff Writer

Crise de violência da República Democrática do Congo é tema de reunião diplomática no Quênia

A Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo, Monusco, está ajudando a preparar um encontro entre o governo congolês e grupos armados ativos. A sessão ocorrerá no Quênia.

A reunião Nairóbi III ocorre no fim deste mês sob a liderança do ex-presidente queniano Uhuru Kenyatta.

Pedido de asilo rejeitado

A Monusco informou que atua junto a todas as partes relevantes apoiando com “os meios diplomáticos e políticos” para enfrentar a onda de violência no leste da RD Congo.

Confrontos na região levaram a Agência da ONU para Refugiados, Acnur, a pedir o fim do retorno forçado de congoleses, incluindo candidatos a asilo em outros países. A maior preocupação é com residentes das províncias orientais.

A diretora do Acnur para a Proteção, Elizabeth Tan, defende o fim das deportações de habitantes das províncias de Kivu do Norte, Kivu do Sul e Ituri, mesmo em casos em que seus pedidos de asilo tenham sido rejeitados.

A representante explicou que muitas dessas pessoas estão dentro dos critérios para obter o reconhecimento legal como refugiados, com base na Convenção sobre o Estatuto dos Refugiados de 1951.

Mortes e deslocamentos

O Acnur indica ainda que o aumento de ataques a civis deslocados que foram registrados nessas províncias nos últimos meses é outra preocupação.

Desde fevereiro, a ONU confirmou mil mortes e mais de 188 mil deslocamentos após confrontos entre o grupo rebelde M23 e o Exército congolês que ocorreram desde outubro. Ao todo, o país tem 5,6 milhões desalojados.

Para o Acnur, a República Democrática do Congo é uma das maiores crises humanitárias do mundo. A agência fez um apelo aos países para que deem atenção aos que fogem da situação com um sentido de “respeito moral” e responsabilidade.
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Africa Staff Writer

Fernando Elísio preside abertura da conversa aberta “O Desporto Mudou a Minha Vida”

Download logoEnquadrado nas comemorações do Dia do Desporto Cabo-verdiano, celebrado anualmente em todo o país, no segundo domingo do mês de novembro, o Ministro do Estado, da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio, presidiu, hoje, 22 de novembro, a abertura da conversa aberta subordinada ao tema “O Desporto mudou a minha vida”, promovido pelo Instituto do Desporto e da Juventude, em parceria com a UNICV/FAED.

Este encontro, que juntou diversas personalidades do desporto nacional, visa partilhar histórias de vida do desporto nacional como catalisador da transformação social e analisar como é que esta prática teve impacto positivo na vida de muitos atletas cabo-verdianos. Para Fernando Elísio, “O Desporto Mudou a Minha Vida” é um bom tema de conversa, mas, acima de tudo, é a marcação de uma posição de que o Desporto pode se desenvolver como uma profissão e um modo de vida.

Para isso, de acordo com o Ministro, é preciso continuar a ver para o Desporto, por um lado, como um fator de transmissão de valores, como atividade física, e por outro como um ativo económico para a promoção de Cabo Verde e afirmação deste arquipélago a nível mundial.

“Temos que continuar a desenvolver a nossa Lei de base de atividade física e do Desporto, materializar todas as questões que estão plasmadas, desenvolver de forma clara uma política de promoção de atividade física em toda a nossa população, criar todas as condições para que todos possam praticar o Desporto”, afirma o Ministro, admitindo que é responsabilidade do Governo continuar a fazer a legislação que permita o desenvolvimento do Desporto em todas as localidades, a infraestruturação do país e desenvolver o desporto escolar e universitário.

Por outro lado, segundo diz, deve-se também continuar a levar o Desporto para onde estão todos os jovens, criar condições de base para que todos, incluindo as pessoas com deficiência possam ter acesso ao Desporto e depois criar mecanismos de financiamento do desporto.

“No próximo ano, vamos mexer na taxa do álcool e do tabaco para que uma parte significativa possa ser consignada para o Desporto e desenvolvermos políticas de infraestruturação desportiva. É preciso, sobretudo, criar maior envolvência da sociedade e das empresas no financiamento das atividades desportivas”, adianta o Ministro.

Fernando Elísio lembra que o Desporto é tão importante como o setor do Turismo, a Indústria e qualquer outra atividade e que, por isso, o país deve continuar a olhar para o Desporto com muito carinho, amor, mas com seriedade e fazer com que possa contribuir para o desenvolvimento individual de cada um e do nosso país.Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Africa Staff Writer

A telemedicina em Cabo Verde é uma aposta ganhadora para o Sistema Nacional de Saúde

Download logoEsta constatação foi feita, nesta segunda-feira, 21 de novembro, na Praia, pela Ministra da Saúde, durante a abertura do encontro regional sobre a telemedicina organizado pela OMS/AFRO.

Segundo Filomena Gonçalves, a telemedicina em Cabo Verde, foi e tem sido uma “aposta ganhadora” que tem trazido grandes ganhos para o Sistema Nacional de Saúde, pois a aplicação da telemedicina em Cabo Verde, permitiu uma melhor interação, na oferta de cuidados, em benefício dos utentes e dos serviços, entre os níveis de cuidados primários, secundários e terciários.

“Cabo Verde, por ser um país arquipelágico, desde muito cedo, se enveredou pelo uso das novas tecnologias de informação e de ferramentas digitais no setor da saúde. Há anos que o país vem investindo em recursos humanos capacitados, programas de formações, ferramentas inovadoras e oportunidades, para reduzir as assimetrias existentes entre as ilhas e perseguir a almejada universalidade deste sector tão importante.”

A governante afirmou que o programa, estabelecido desde 2012 para melhorar o acesso aos cuidados especializados junto da população nas ilhas, está a ser aplicado em todo o arquipélago.

Entretanto, Filomena Gonçalves reconheceu que ainda persistem alguns desafios, nomeadamente o de o país caminhar para a via de implementação dos cuidados universais de saúde, a melhoria do acesso aos cuidados, o reforço da implantação das TIC´s no sistema de saúde, dos cuidados primários e hospitalares e Investimento em recursos humanos e equipamentos.

Garantiu que o Governo tem estado a trabalhar para fazer face a tais desafios na mobilização de mais fundos para melhorar o programa, através da Cooperação Japonesa e do Banco Mundial e outros parceiros de desenvolvimento, cujo o financiamento já está garantido, para além de existir perspetivas para elaboração de um Plano Estratégico Nacional de Saúde Digital, que irá abarcar outras valências além da telemedicina.

Afirmou, ainda, que, durante a pandemia da Covid19, o programa de telemedicina foi utilizado para discussão de casos, formações dos profissionais, partilha e discussão de protocolos clínicos e análise de dados e deixou bem claro haver necessidade de se continuar a investir na saúde digital.

O representante da OMS em Cabo Verde, Daniel Kertesz, reconheceu a importância e a experiência de Cabo Verde nesta matéria, afirmando que uma das razões pelas quais o encontro está sendo realizado nas ilhas, deve-se ao reconhecimento pelo trabalho realizado no sentido de fazer avançar a telemedicina.

Esta importante reunião da OMS/AFRO decore de 21 a 25 de novembro na Cidade da Praia, entre técnicos e diretores dos setores da saúde e das TIC de 15 países, para debaterem temas e promover a partilha de experiências e conhecimentos dos países sobre os sucessos e desafios da implementação da telemedicina na Região Africana da OMS.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Africa Staff Writer

Ministra da Saúde faz balanço positivo da primeira conferência africana sobre a redução dos riscos para a saúde

Download logoA Ministra da Saúde, Filomena Gonçalves, faz um balanço positivo da conferência Internacional Africana sobre a Redução de Riscos para a Saúde, na qual participou em Marrakech, Marocos, de 16 a 18 de novembro.

Em declarações feitas hoje à imprensa, a Ministra Filomena Gonçalves destacou a importância desta conferência, tendo em conta que vários países e cientista de todo o mundo estiveram, durante o encontro, a analisar como é que os países podem trabalhar para diminuir os riscos para saúde na região africana.

“A pandemia da Covid-19 deixou bem claro que os africanos devem se unir para enfrentar os desafios e viu-se também que o continente tem uma grande potencialidade e que há que trabalhar na sensibilização e na educação para saúde. Por isso, acreditamos que, após este encontro de Marrakech, as pedras estão lançadas para que haja uma edificação de uma voz única no sentido da redução dos riscos para a saúde”, afirmou.

À margem da conferência, Filomena Gonçalves manteve um encontro com o Ministro da Saúde e Proteção Social de Marrocos, Khalid Ait Taleb, onde abordaram questões da cooperação futura entre os dois países na área da saúde.

A 1ª Conferência Africana sobre Redução de Riscos para a Saúde, realizada sob o Alto Patrocínio do Rei Mohammed VI, contou com a participação de personalidades africanas ligadas à saúde do continente, decisores, peritos, especialistas e profissionais africanos e internacionais e foi organizado pelo Ministério da Saúde e Proteção Social daquele país.

Na sua mensagem de abertura, o Ministro da Saúde Marroquino, Khalid Ait Taleb, assegurou que qualquer cooperação Sul-Sul, que se pretende eficiente e visa promover a aproximação e a solidariedade entre os povos, deve incluir no seu cerne a questão da saúde do cidadão. E considerou, ainda, que a saúde é um dos grandes desafios do continente africano, lembrando que a pandemia da Covid-19 evidenciou, de facto, a importância do trabalho coletivo nesta área, bem como “a necessidade de multiplicar os projetos de saúde e dos países com as infraestruturas sanitárias essenciais.

O objetivo desta primeira conferência foi o de reunir especialistas e decisores para refletir sobre as vertentes da saúde em conceções mais amplas das políticas públicas de saúde, mas também para erguer os pilares da saúde no futuro, para repensar este importante setor nas suas vertentes orgânica, psicológica, económica, social e ambiental, trabalhando em conjunto para uma saúde africana comum também através da cultura, da educação e do ensino.

Esta conferência foi também uma oportunidade para conduzir um diálogo sobre a importância de investir na saúde em África e adotar soluções inovadoras, através do desenvolvimento da transferência de tecnologia, especialização e know-how.

À medida que a globalização continua, torna-se evidente que questões outrora de política nacional são agora questões de alcance e impacto global e a saúde é parte integrante da economia, geopolítica, segurança e justiça social, incluindo direitos humanos e política interna e externa.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Angola
Angola Staff Writer

O Diretor Executivo (CEO) da Afentra, Paul McDade, discutirá a exploração angolana na Angola Oil and Gas (AOG) 2022

A Energy Capital & Power (ECP) (https://EnergyCapitalPower.com/) tem o orgulho de anunciar que Paul McDade, CEO da empresa independente de petróleo e gás, Afentra, participará da terceira edição da conferência e exposição Angola Oil & Gas (AOG) (http://bit.ly/3UyBCpP) – que ocorrerá de 29 de novembro a 1º de dezembro em Luanda – como palestrante.

Enquanto a empresa representa um dos mais novos exploradores independentes a entrar no mercado de energia angolano, a experiência da empresa em outros mercados faz de McDade um condutor ideal de todas as discussões relacionadas à exploração africana e aquisição de ativos

Por sua vez, a Afentra tem adotado uma abordagem acelerada para explorar a África desde a mudança de marca da empresa, visando a aquisição de ativos em algumas das bacias mais prolíficas do continente. Ao assumir ativos de grandes empresas petrolíferas globais que se despojam de combustíveis fósseis na África, a Afentra está empenhada em assegurar que o continente continue a colher os frutos de seus recursos de hidrocarbonetos, implantando tecnologia de ponta e introduzindo medidas de redução de carbono para inaugurar uma nova era de desenvolvimento sustentável de petróleo e gás na África. 

Ainda este ano, a Afentra (http://bit.ly/3Gynbxr) fez sua estreia angolana com a assinatura de um acordo de venda e compra com a empresa petrolífera nacional de Angola, Sonangol, para participações em dois blocos offshore nas bacias do Baixo Congo e do Kwanza. O acordo, no valor de US$ 80 milhões, não apenas marcou a entrada do explorador britânico no país, mas permitiu que a Afentra expandisse sua pegada de hidrocarbonetos em toda o cenário de hidrocarbonetos da África.  Como tal, durante a AOG 2022, McDade expandirá as discussões sobre a aquisição de ativos e o papel que a exploração e produção angolana desempenhará, tanto no futuro energético de Angola quanto no da África. 

“Estamos aguardando com expectativa as discussões que serão conduzidas por Paul McDade durante a AOG 2022 em Luanda. A Afentra está preparada para desempenhar um papel instrumental no aumento da produção em Angola com o setor independente representando um parceiro emergente, porém chave, para desenvolvedores de projetos, financiadores e empresas de serviços em toda a cadeia de valor de petróleo e gás em Angola”, afirma Miguel Artacho, Diretor de Conferência Internacional da ECP.

Para a AOG 2022 (http://bit.ly/3TPoifO), a participação da McDade sinaliza novas oportunidades de compartilhamento de conhecimento e diálogo, com o evento proporcionando a melhor plataforma para o trabalho em rede e engajamento entre empresas de energia e partes interessadas ativas no país. Enquanto isso, para a Afentra, a AOG 2022 abre novas oportunidades para a empresa compartilhar desafios, insights, bem como sua agenda de crescimento, ao mesmo tempo em que aproveita a representação governamental diversificada e de alto nível da conferência para assinar novos acordos e formar parcerias focadas no mercado. 
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Africa Staff Writer

Guiné: Fundo Africano de Desenvolvimento concede quase 23 milhões de dólares para melhorar a produção e produtividade alimentar

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou na sexta-feira, 18 de novembro de 2022, em Abidjan, um apoio financeiro de 22,98 milhões de dólares americanos à Guiné. O objetivo é implementar o Projeto de Produção Alimentar de Emergência para mitigar os efeitos do aumento dos preços dos alimentos básicos devido à pandemia de Covid-19 e à guerra na Ucrânia.

O financiamento da janela concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento consiste num empréstimo de 12,98 milhões de dólares e numa subvenção de 10 milhões de dólares.

“O apoio do Fundo Africano de Desenvolvimento ajudará a reforçar a capacidade dos agricultores em matéria de boas práticas agrícolas. Isto servirá para aumentar a produção e produtividade alimentar e assim melhorar a segurança alimentar do povo guineense”, disse Marie-Laure Akin Olugbade, Diretora-Geral do Banco Africano de Desenvolvimento para a África Ocidental.

Em particular, o projeto permitirá a aquisição e distribuição aos produtores de sementes básicas: 50 toneladas de arroz, 10 toneladas de milho, 20.000 estacas de mandioca, 3.200.000 mudas de inhame e 500 toneladas de batata. Além disso, existem 50 toneladas de arroz e 10 toneladas de milho de sementes híbridas e sementes certificadas resistentes ao clima: 2.000 toneladas de arroz e 750 toneladas de milho. Os produtores em 344 comunas do país beneficiarão da transferência de tecnologia e aconselhamento agrícola incorporando informações climáticas.

Finalmente, para permitir uma maior utilização de fertilizantes e aumentar a produção de arroz, milho e tubérculos, os produtores receberão apoio de fertilizantes a custos partilhados. Assim, 4845 toneladas de NPK (azoto, fosfato e potássio), 3185 toneladas de ureia e 3570 toneladas de matéria orgânica serão adquiridas e colocadas à disposição dos agricultores e serviços de apoio.

A utilização de fertilizantes químicos e estrume orgânico irá melhorar significativamente os rendimentos. O objetivo é aumentar os rendimentos do arroz de 1,5 toneladas para 2,5 toneladas por hectare, do milho de 1 tonelada para 2,5 toneladas, da mandioca de 8 toneladas para 12 toneladas, do inhame de 8 toneladas para 18 toneladas e da batata de 10 toneladas para 15 toneladas.

Os resultados esperados do projeto são a melhoria da produção e produtividade nos setores do arroz, milho e tubérculos. Em termos de produção, os volumes previstos são estimados em 71.429 toneladas para o arroz, 57.000 toneladas para o milho, 12.000 toneladas para a mandioca, 7.200 toneladas para o inhame e 6.250 toneladas para a batata.

Cerca de 35.750 agricultores serão diretamente beneficiados pelo projeto, pelo menos 30% dos quais são mulheres agricultoras e 1.650 explorações pecuárias, incluindo as que são detidas e geridas por mulheres. Os beneficiários indiretos estão estimados em 71.500 agricultores e 3.300 pastores.
Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contacto para os media:
Alexis Adélé
Departamento de Comunicação e Relações Externas
[email protected]

Sobre o Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org
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Presidente da República inaugura Tribunal Distrital de Mabote

Download logoO Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugura, esta terça-feira, na província de Inhambane, o novo edifício do Tribunal Distrital de Mabote, construído no âmbito da Iniciativa Presidencial “Um Distrito, Um Edifício Condigno para o Tribunal, até 2023”.

Ainda em Inhambane, Filipe Nyusi, vai inaugurar, no Distrito de Inhassoro um Centro de Formação Profissional no Povoado de Matsutsuque.

Trata-se de uma instituição congénere do Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo, construído no âmbito de uma parceria público-privada entre a Secretaria de Estado da Juventude e Emprego e a multinacional SASOL.

Um recebido na nossa redacção, indica nesta deslocação, o Presidente da República far-se-á acompanhar pela Ministra da Justiça, Helena Kida; Secretário de Estado da Juventude e Emprego, Osvaldo Petersburgo, funcionários da Presidência da República e de outras instituições do Estado.(RM)Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Diretor de Operações (COO) da Afentra, Ian Cloke, discutirá o desenvolvimento sustentável de hidrocarbonetos na AOG 2022

Em busca de intensificar o diálogo em torno da necessidade de impulsionar o desenvolvimento sustentável de hidrocarbonetos na África, Ian Cloke, COO da empresa independente de petróleo e gás, Afentra, participará da terceira edição da conferência e exposição Angola Oil & Gas (AOG) (https://bit.ly/3UXLxVH) – que acontecerá em Luanda de 29 de novembro a 1º de dezembro. Juntando-se ao CEO da empresa, Paul McDade, Cloke será um dos principais impulsionadores de todas as discussões relativas à exploração, aquisição de ativos e desenvolvimento sustentável de hidrocarbonetos.

Com a Afentra assinando um acordo de compra e venda de participações em dois blocos offshore – Bloco 3/05 e Bloco 23 – nas bacias do Baixo Congo e do Kwanza em Angola no início deste ano, um movimento que marcou a estreia da empresa no país rico em recursos, a Afentra está preparada para fazer uma forte aposta na exploração e produção, aplicando seu know-how tecnológico para aumentar sua competitividade no mercado, enquanto reduz as emissões em todas as operações de petróleo e gás. 

O que torna a empresa única é sua abordagem para impulsionar a exploração e a produção na África. Capitalizando na saída de empresas petrolíferas internacionais em todo o continente – das quais Angola não está isenta neste aspecto -, a Afentra, liderada por Cloke, concentra-se na aquisição de ativos, empregando o conhecimento e a experiência da empresa para otimizar e ampliar a produtividade. Com um mandato para se tornar um parceiro confiável tanto das COI quanto dos governos anfitriões no desinvestimento de ativos legados, a Afentra tem centrado sua estratégia na gestão e transformação dos campos em ativos lucrativos. 

Na AOG 2022 (https://bit.ly/3hReiob) – o principal evento do país para formuladores de políticas, financiadores e executivos dos setores público e privado – Cloke compartilhará uma visão sobre a agenda de desenvolvimento da empresa focada na Angola, enfatizando como o país pode conduzir sua transição energética para um futuro de baixo carbono e sustentável, priorizando a eficiência e a comercialidade, bem como a rentabilidade dos ativos. 

Além de contribuir para o diálogo em conferências, Cloke terá a oportunidade de se envolver diretamente com um conjunto de representantes do governo, financiadores globais, bem como movimentadores e agitadores de todos os setores públicos e privados. Comprometida em se estabelecer como um parceiro de confiança, a AOG 2022 será fundamental para ajudar a Afentra a atingir seus objetivos de crescimento. 

Interessado em estabelecer parcerias com empresas como a Afentra? Ou em buscar novos conhecimentos sobre o lucrativo cenário de exploração de Angola? Junte-se à Cloke e muitos mais executivos da indústria na terceira edição da AOG 2022 e aumente sua contribuição para um futuro energético sustentável e competitivo em Angola. 
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Angola
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A Ministra das Finanças de Angola vai dar forma ao Diálogo de Investimento em Energia na Angola Oil & Gas (AOG) 2022

Download logoS.E. Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa, Ministra das Finanças de Angola comparecerá e participará como palestrante na edição de 2022 da conferência e exposição Angola Oil & Gas (AOG) (http://bit.ly/3UyBCpP) – o principal evento de Angola para o setor de hidrocarbonetos – que acontecerá de 29 de novembro a 01 de dezembro em Luanda.

Sob o tema “Promovendo uma Indústria de Petróleo e Gás Inclusiva, Atrativa e Inovadora na Angola”, AOG 2022 receberá S.E. Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa em painéis de alto nível, sessões exclusivas de networking, reuniões individuais e vários fóruns onde a ministra promoverá a atratividade do setor de petróleo e gás angolano, fará networking, discutirá, negociará e assinará acordos de investimento (http://bit.ly/3GpBrsf) com investidores globais.

A presença da ministra das finanças na maior reunião de Angola para os formuladores de políticas energéticas, empresas e investidores será crucial na formação de discussões importantes sobre oportunidades de investimento para empresas locais, regionais e globais em toda a cadeia de valor de petróleo e gás de Angola, pois o maior produtor de petróleo bruto da África procura maximizar o desenvolvimento, exploração e monetização de seus vastos recursos energéticos para impulsionar a segurança energética e o desenvolvimento socioeconômico.

Desde sua nomeação em 2019 como ministra das finanças, S.E. Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa tem sido fundamental na renovação do ambiente empresarial e financeiro e no posicionamento de Angola como um destino de investimento energético de classe mundial. Como resultado, um número crescente de grandes empresas globais de energia e independentes internacionais, incluindo TotalEnergies, ExxonMobil, Eni e Chevron, estão lançando campanhas de investimento maciço no país da África Austral. 

Antes de sua atual função como ministra das finanças, H.E. Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa trabalhou como Técnica de Finanças na Sonangol ESSA, em cargos executivos na Comissão de Mercado de Capitais em Angola e no Banco Privado Atlântico e como professora de finanças no MBA Executivo promovido pela Catholic Business School Alliance e na UCAN – Escola de Negócios. Neste sentido, a vasta experiência da ministra em finanças e no setor de energia faz dela a candidata ideal para conduzir o diálogo sobre investimentos na AOG 2022.

Como a primeira mulher a ser nomeada Ministra das Finanças em Angola, S.E Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa também discutirá a importância da diversidade de gênero e da inclusividade na condução de investimentos e na expansão da indústria de petróleo e gás de Angola.

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