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Africa Staff Writer

Camarões: Novos Fundos do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para Desenvolver o Setor Portuário e o Saneamento Urbano Sustentável

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) está a disponibilizar novos fundos para a prossecução de dois grandes projetos nos Camarões: o Projeto de Desenvolvimento de Estradas de Acesso à Zona Industrial e Portuária de Kribi (PARZIK, primeira fase) (https://bit.ly/3ra5tHu) e o Projeto Complementar de Saneamento Sustentável de Águas Pluviais de Yaoundé (PCADY) (https://bit.ly/3E0Is1z).

Os acordos de empréstimo foram assinados a 20 de setembro de 2022 em Yaoundé pelo Diretor-Geral do Banco Africano de Desenvolvimento para a África Central, Serge N'Guessan, e Alamine Ousman Mey, Ministro da Economia, Planeamento e Desenvolvimento Regional dos Camarões.

Já dotado de uma primeira parcela de 114 milhões de euros (74,7 mil milhões de francos CFA), o projeto de desenvolvimento de estradas para a abertura da zona industrial e do porto de Kribi (PARZIK) beneficiará de mais 40 milhões de euros (26 mil milhões de francos CFA), tendo esta segunda parcela recebido luz verde do Conselho de Administração do Banco Africano de Desenvolvimento a 22 de junho de 2022.

O PARZIK visa melhorar a fluidez e a segurança do tráfego rodoviário entre a cidade de Edéa e Kribi, uma cidade com um porto de águas profundas. Para o efeito, serão reabilitados os 110 km de estrada muito deteriorada que liga as duas cidades e a estrada será alargada à Guiné Equatorial, ligando finalmente os dois países. Será também construída uma ponte sobre o rio Ntem, que reforçará os corredores nacionais e transafricanos, tais como Douala-Kribi-Bata, Kribi-Yaoundé-Bangui e Kribi-Yaoundé-N'Djamena.

O segundo projeto a beneficiar deste apoio do Banco completa e consolida definitivamente as realizações de uma operação de grande escala que já tinha financiado, o Programa de Saneamento de Yaoundé (PADY), que foi implementado em duas fases desde o seu lançamento em 2013. Os objetivos – plenamente atingidos desde então – eram reduzir o impacto das cheias que anualmente devastavam a capital camaronesa – mais de 130 entre 1980 e 2014 – e, em geral, melhorar a gestão das águas pluviais, o saneamento e a higiene pública.

Com o novo acordo de empréstimo, que fornece ao Projeto Complementar de Saneamento Sustentável de Yaoundé quase 33,5 milhões de euros (FCFA 22 mil milhões), Yaoundé pretende continuar o trabalho e abordar as inundações residuais que podem ocorrer no centro da cidade – tal como na Avenida Kennedy. Será construída uma bacia de controlo de inundações, e a gestão de resíduos sólidos será melhorada. Tal como nas duas fases anteriores do programa, estão previstos vários parques infantis e espaços verdes.

Esta nova fase do projeto PCADY também beneficia de uma subvenção de 8 milhões de dólares do Fundo Mundial para o Ambiente (GEF), que será utilizada para financiar os estudos de conceção do futuro aterro de Ongot em Yaoundé, para além do local de construção, desta vez em Douala, de um centro de tratamento de resíduos industriais especiais e/ou perigosos (conhecido como “classe 1”), no distrito de Ngombé.

“Gostaria de agradecer o impulso que a nossa cooperação acaba de receber sob a vossa liderança. A concretização destas duas operações é fruto dos vossos esforços, combinados com os dos vossos colaboradores que, juntamente com os nossos, formaram uma equipa dinâmica e empenhada, dedicada à realização dos objetivos de desenvolvimento do nosso país”, disse o Ministro da Economia, Planeamento e Desenvolvimento Regional dos Camarões num discurso durante a cerimónia de assinatura, que contou com a presença de vários membros do governo.

“Estou encantado por poder expressar a gratidão do Chefe de Estado, Paul Biya, ao Grupo Banco Africano de Desenvolvimento pela excelente cooperação técnica e financeira entre a República dos Camarões e a vossa augusta instituição”, acrescentou Alamine Ousman Mey.

“Para o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, estas duas operações elevam o volume da sua carteira ativa nos Camarões para quase 2 mil milhões de euros (cerca de 1.302 mil milhões de CFAF), distribuídos por 25 operações”, disse Serge N'Guessan, Diretor-Geral do Banco Africano de Desenvolvimento para a África Central.

“Só o setor dos transportes representa 51,6% da carteira, mais de mil milhões euros [680 mil milhões de francos CFA], prova da posição de liderança do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no financiamento do setor dos transportes no país e na sub-região”, concluiu.
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Africa Staff Writer

Banco Africano de Desenvolvimento patrocina visita de estudo a duas cidades escandinavas para funcionários municipais de 11 cidades africanas

Representantes de 11 cidades africanas iniciaram uma visita a duas cidades escandinavas para aprenderem sobre soluções centradas nas pessoas para o planeamento e desenvolvimento urbano, no âmbito de uma viagem patrocinada pelo Fundo de Desenvolvimento Urbano e Municipal (https://bit.ly/3fdZiPT). O Fundo é acolhido pelo Banco Africano de Desenvolvimento  (https://www.AfDB.org).

A viagem de 4 dias a Copenhaga e Malmö, na Suécia, inclui funcionários de Marraquexe, em Marrocos; Bizerte e Tunes, na Tunísia; Dodoma, na Tanzânia; Antananarivo, em Madagáscar; Libreville, no Gabão; Bangui, na República Centro Africana; Kinshasa, na República Democrática do Congo; Nairobi, no Quénia; Kanifing, na Gâmbia; e Douala, nos Camarões. As cidades são todas parceiras do Fundo.

Ole Stubdrup, gestor do projeto para o Fundo de Desenvolvimento Urbano e Municipal, e coordenador da visita, viajou com os funcionários municipais. Disse que os municípios africanos e os do Norte da Europa enfrentavam problemas comparáveis, embora parecessem estar mundos à parte. “Esta visita deveria ser uma fonte de inspiração para os participantes e fomentar ideias para investimentos em infraestruturas urbanas específicas”, disse.

A delegação está a realizar visitas de campo e a participar em apresentações sobre gestão da água, tratamento de resíduos e mobilidade elétrica. Têm também oportunidade de se envolverem com decisores e funcionários municipais de Copenhaga e Malmo. Ambas as cidades são reconhecidas pelas suas abordagens pioneiras para equilibrar o desenvolvimento sustentável com a qualidade de vida. 

“Esta viagem é uma forte oportunidade para partilhar experiências e consolidar uma rede de cidades orientadas para a reforma. Também abre caminho a futuros projetos nas nossas respetivas cidades, uma vez que nos encontramos com potenciais parceiros e investidores” disse Davis Mwamfupe, Presidente da Câmara Municipal de Dodoma, durante a visita.

À medida que a África sofre uma rápida urbanização, as autoridades municipais procuram investimentos para desenvolver novas infraestruturas e melhorar a qualidade de vida dos habitantes das cidades. O Fundo de Desenvolvimento Urbano e Municipal visa melhorar a qualidade de vida urbana e atrair investimento para infraestruturas, reforçando a capacidade técnica e as funções de planeamento das cidades. A abordagem do Fundo integra fatores económicos, sociais e ambientais.Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contacto:
Olufemi Terry
Departamento de Comunicação e Relações Externas
Banco Africano de Desenvolvimento
email: [email protected]

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Chad
chad Staff Writer

Chade: Fundo Africano de Desenvolvimento dá subvenção de mais de 8 milhões de euros para reforçar a governação dos setores económico e extrativo

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AfDB.org), em 22 de setembro em Abidjan, concedeu uma subvenção de 8,8 milhões de euros ao Chade. O objetivo é permitir ao país saeliano produtor de petróleo reduzir a sua fragilidade, particularmente económica, que tem sido acentuada pelos efeitos da pandemia de Covid-19 e da guerra na Ucrânia.

A subvenção destina-se a implementar o Projeto de Governação Económica e Apoio ao Setor Extrativo.

O projeto, que será implementado durante 48 meses, visa reforçar as capacidades técnicas de várias estruturas públicas: o Ministério da Economia, Planeamento do Desenvolvimento e Cooperação Internacional, o Ministério do Petróleo e Energia, o Ministério das Minas, a Comissão Nacional de Gestão dos Investimentos Públicos, a Direção-Geral dos Impostos, a Agência Nacional de Investigação Financeira, o Tribunal de Contas, a Autoridade Reguladora dos Contratos Públicos e a Companhia Nacional de Minas e Geologia.

Quando concluído, o projeto deverá ajudar a melhorar a eficiência da política fiscal no Chade, um país do Sahel sem litoral que exporta petróleo desde 2003. Através de reformas em torno da programação e execução das despesas de capital, a eficiência orçamental – medida pela variação entre os orçamentos aprovados e os executados – será reduzida de 21% para 15% até 2026. Além disso, ao visar atividades em torno da eficácia da política fiscal, espera-se que o projeto aumente as receitas fiscais internas não petrolíferas para 9,55% do Produto Interno Bruto até 2026, de 7,5% em 2021.

Espera-se também um impacto positivo na governação do setor extrativo, particularmente na sua estruturação. Assim, o número de mineiros artesanais e de pequena escala licenciados irá aumentar de 20, em 2019, para 30, em 2026. Da mesma forma, o projeto apoiará a implementação do plano de ação da Iniciativa de Transparência das Indústrias Extrativas (ITIE) no país, com vista a melhorar a classificação do Chade.

Os beneficiários finais do projeto são os contribuintes chadianos e os cidadãos, que devem ver melhorada a eficiência orçamental, permitindo-lhes aceder a melhores serviços públicos básicos. Finalmente, os grupos alvo incluem também os 300.000 mineiros artesanais de pequena escala do país, especialmente jovens e mulheres. Beneficiarão do reforço da capacidade das estruturas do Ministério de Minas nas principais regiões em causa.

Em 30 de junho de 2022, a carteira ativa do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no Chade compreendia 31 operações no valor de 373,89 milhões de euros.Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contacto:
Alexis Adélé,
Departamento de Comunicação e Relações Externas,
[email protected]

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/ptMedia filesDownload logo

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Zimbabwe
Zimbabwe Staff Writer

Associação Inter-Regional dos Bispos da África Austral (IMBISA): A XIII Assembleia Plenaria Comeca

Os Bispos da Região IMBISA (Associação Inter-Regional dos Bispos da África Austral) (http://www.IMBISA.Africa) reuniram-se para a sua XIII Assembleia Plenária em Windhoek, Namíbia e a Cerimónia Oficial de Abertura realizou-se no sábado, 24 de Setembro. O tema desta assembleia é Construir juntos: reimaginando o envolvimento da Igreja com os jovens na região da IMBISA à luz da Exortação do Papa Francisco, Christus Vivit.

A cerimónia começou com o canto dos hinos nacionais da Namíbia e da União Africana (UA), o Arcebispo Liborius Ndambukuti Nashenda OMI, da Arquiiocese de Windhoek, na Namíbia, deu as boas-vindas a todos os delegados à Plenária. Acolheu de maneira especial os jovens que vieram dos países da Região da IMBISA. Ele destacou como o país e a Igreja na Namíbia se desenvolveram desde a última plenária realizada em 1995. O presidente da IMBISA, Dom Lucio Andrice Muandula, Bispo da Diocese de Xai-Xai em Moçambique, deu as boas-vindas aos bispos recém-ordenados nos últimos três anos para esta fraternidade de bispos. Na qualidade de Presidente da IMB ISA, declarou oficialmente aberta a Plenária. O Núncio Apostólico na Namíbia, Arcebispo Peter Brian Wells, também fez suas considerações referindo o convite do Santo Padre à sinodalidade e estendeu as calorosas saudações do Papa Francisco a todos os delegados desta XIII Assembleia Plenária. O Digníssimo Vice-presidente da Namíbia, Dr. Nangolo Mbumba, fez o discurso de abertura. Agradeceu à Igreja católica desta região pelo apoio que deu a todos os países durante as lutas de libertação na região. Deu também boas-vindas especiais à República da Namíbia.

Após a Sessão de Abertura (Cerimónia de Estado) tivemos intervenções da USCCB, SCEAM e do Dicastério da Santa Sé para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral. O Dr. James Nyawo, um professor do Zimbabwe atualmente lecionando em Nairóbi, Quênia, apresentará as sugestões sobre a Exortação Apostólica Pós-Sinodal, Christus Vivit, durante os próximos dois dias. Ele destacou como a exortação é um convite do Santo Padre a “construir juntos”. A grande preocupação do Santo Padre na Christus Vivit é que a “Igreja foi capturada por aqueles que a fazem envelhecer!” Permitir tal retrocesso torna a Igreja irrelevante para os jovens. A Sra. Dorrett Byrd também interveio em nome da Catholic Relief Services, que está fazendo um ótimo trabalho na nossa região. O dia foi concluído com a celebração da Santa Missa pelo Núncio Apostólico na Namíbia, Dom Peter Brian Wells, o qual na sua homilia enfatizou a questão da disponibilidade para servir como bispos, sacerdotes e religiosos.Distribuído pelo Grupo APO para Inter-Regional Meeting of Bishops of Southern Africa (IMBISA).Para mais informações, entre em contacto com:
[email protected]

Sobre a Imbisa:
Imbisa significa “The Inter-Regional Meeting of the Bishops of Southern Africa”. Foi oficialmente constituído em 1978 para ligar as Conferências Episcopais e permitir uma melhor comunicação entre as regiões. Hoje, quase meio século desde o seu início, Imbisa continua a ligar a Igreja da África Austral. Orgulhamo-nos de incluir vozes da ampla comunidade católica ao lado das dos nossos Bispos, Clero e Religiosos.

Imbisa liga a Igreja da África Austral através de grandes distâncias. Partilha histórias de particular relevância para os católicos da nossa região. Ajuda as comunidades a serem solidárias umas com as outras. Inspira unidade e proporciona uma identidade partilhada através de uma comunicação contínua. Este website é um dos rostos de Imbisa. É uma plataforma para os Bispos comunicarem com os Leigos, e para os Leigos comunicarem com os Bispos. É um espaço partilhado onde se podem ter conversas importantes, envolvendo uma secção transversal diversificada de vozes. Este site não é uma rede social, nem um canal de notícias.Media filesDownload logo

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Africa Staff Writer

Anunciada a Lista de Pré-Seleção Para o Prémio Tusk Para a Conservação em África os Prémios Entram no seu 10º Ano de Celebração dos Líderes de Conservação Africanos

Agora no seu 10º ano, os prestigiados Prémios de Conservação Tusk (www.Tusk.org), em parceria com a Ninety One, elevam o perfil dos líderes de conservação e o seu impacto significativo na vida selvagem e nas comunidades em toda a África.

Lançadas em 2013, as celebrações deste ano serão maiores do que nunca. A anfitriã da noite no Hampton Court Palace será a radialista e embaixadora da Tusk, Kate Silverton. Através do reconhecimento e apoio aos beneficiários, os Prémios de Conservação amplificam os extraordinários feitos dos líderes de conservação.

O 10º ano dos prémios chega num momento crítico para a conservação. As próximas grandes cimeiras mundiais sobre biodiversidade – incluindo a conferência da CITES no Panamá em novembro e a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade no Canadá em dezembro – verão o futuro da vida selvagem e dos espaços protegidos em África ocupar um lugar central.

A Tusk está numa posição única para reunir os líderes africanos da conservação com a influência, paixão e perícia para implementar os planos forjados nestas cimeiras. O Prémio Tusk para a Conservação em África celebra estes indivíduos e o seu potencial para enfrentarem as maiores ameaças à biodiversidade do continente.

Ao anunciar a lista de pré-seleção para o Prémio Tusk para a Conservação em África 2022, Charlie Mayhew, CEO da Tusk, afirmou: “A ameaça à vida selvagem em África e à biodiversidade em geral continua a ser real e urgente. Com o impacto económico devastador da COVID-19 ainda a ser sentido em toda a África, os finalistas deste ano do Prémio Tusk fornecem um farol de esperança como líderes emergentes do continente em matéria de conservação, trabalhando incansavelmente na linha da frente para proteger o extraordinário património natural africano. Para assinalar o 10º ano destes prestigiados prémios, é com grande entusiasmo que aproveitamos a oportunidade para juntarmos ex-alunos de prémios anteriores aos finalistas deste ano.”

A lista restrita para o prestigiado Prémio Tusk para a Conservação em África, apresentado em parceria com a Land Rover, inclui:

O finalista David Daballen, Diretor de Operações da Samburu na Save The Elephants (Quénia) afirmou:

David é um embaixador e guerreiro em nome dos elefantes. Durante os últimos 20 anos, esteve envolvido em mais de 100 operações de colocação de colares e consegue identificar 500 indivíduos.

Descrito pelo ilustre escritor da National Geographic, David Quammen, como “um finalista do ensino secundário com uma mente de doutorado”, David tem uma profunda compreensão da ecologia e do comportamento animal. Isto resulta tanto da sua cultura Samburu como do seu trabalho regular ao lado de cientistas internacionais de topo. Ele nunca deixa de inspirar com o seu entusiasmo, conhecimento e elevados padrões pessoais. Ele combina os desafios de gerir um programa de investigação no terreno com a negociação bem-sucedida da complicada política do norte do Quénia.

“Temos de passar a responsabilidade à próxima geração. O que realmente me dá esperança é que há muitos quenianos vibrantes interessados na conservação a apoiar-me. Essa é a minha força motriz e o meu poder.” – David Daballen

Dismas Partalala Ole Meitaya: Equipa de Recursos Comunitários Ujamaa (UCRT) e Coordenador de Programa – Yaeda e Lago Eyasi – Tanzânia

Dismas, um Maasai do distrito de Loliondo, é um verdadeiro conservacionista de base – alguém cuja principal prioridade é ajudar as comunidades indígenas a garantir os seus direitos sobre as suas terras e recursos naturais, definir a conservação a partir da sua perspetiva cultural e construir um sistema duradouro de proteção da terra e da vida selvagem sobre essa base.

No seu papel como coordenador de programa da Equipa de Recursos Comunitários de Ujamaa, o conservacionista autodidata de 48 anos tem sido fundamental para garantir os direitos de terra à comunidade Hadzabe local, com 100 500 hectares de terra garantidos por lei desde 2011.

“Quando descobri que estas comunidades precisavam de ajuda, soube que tinha de ser eu a fazê-lo. Se eu fizer isto, posso morrer sabendo que fiz algo neste mundo.” – Dismas Partalala

Miguel Gonçalves: Park Warden – Administração Nacional de Áreas de Conservação, Moçambique

Miguel trabalha no Parque Nacional de Maputo desde 1999, tendo-se tornado Diretor do Parque em 2008. Sob a liderança inspiradora de Miguel ao longo dos últimos 12 anos, o parque mudou drasticamente de um campo de caça livre para uma paisagem capaz de suportar populações prósperas de vida selvagem e ecossistemas em recuperação, tanto no oceano como em terra. O seu impulso e paixão, combinados com um profundo conhecimento da sua área local, permitiu-lhe tornar-se um líder e defensor da conservação e educação da comunidade através das fronteiras e culturas.

“Acredito no trabalho que faço apaixonadamente. Consigo ver a diferença que a equipa fez nos últimos 12 anos e o impacto que tivemos nas comunidades circundantes, que são os nossos principais parceiros na paisagem.” – Miguel Gonçalves

Hendrik du Toit, Fundador e Diretor Executivo da Ninety One, afirmou: “Parabéns aos nomeados pelos seus extraordinários feitos. Honramos o seu compromisso de conservar e proteger a vida selvagem de África. A Tusk fornece um enorme apoio à conservação em todo o continente. Tem sido um privilégio para nós associarmo-nos aos Prémios de Conservação Tusk nos últimos 10 anos.”

Laura Wood, Chefe Global de RP da Marca e Parcerias da Jaguar Land Rover, afirmou: “A Land Rover orgulha-se de apoiar os prestigiados Prémios de Conservação Tusk, agora no seu décimo ano. Há mais de duas décadas que a Land Rover e a Tusk trabalham em parceria para apoiar o trabalho vital de conservação em toda a África. Desde o fornecimento de veículos até à partilha de tecnologia, estamos empenhados em apoiar a Tusk na sua missão de proteger as espécies ameaçadas, salvaguardar a biodiversidade e capacitar as comunidades locais.”

O vencedor do prémio Tusk para a Conservação em África será anunciado na cerimónia, juntamente com a entrega do Prémio Anual Príncipe William para a Conservação, patrocinado pela Ninety One e o Prémio Tusk de Fiscal de Vida Selvagem, patrocinado pela Fundação Nick Maughan.

Os Prémios de Conservação Tusk só são possíveis graças à contínua generosidade e apoio dos copatrocinadores: ISPS Handa, DHL, Maia & Fortemus Films, Mantis Group, Patrick Mavros, EJF Philanthropies, Justerini & Brooks, Accor e Shelton Fleming. 

Distribuído pelo Grupo APO para Tusk.Mais imagens: https://bit.ly/3UBVGre

Para mais informações, contacte:
Eliza Fitzherbert | [email protected]

Tusk:
Email: [email protected]
www.TuskAwards.com
Website: www.Tusk.org

Mídia social:
Facebook: https://bit.ly/3Sxka33   
Twitter: @tusk_org
#NotOnTheirWatch #ForAllTheyDo #TuskAwards #ForwardTogether #TuskAwards

Tusk:
Há mais de 30 anos que a Tusk tem trabalhado para construir um futuro sustentável para o continente africano e para sua vida selvagem. Desde a sua formação, a Tusk angariou mais de 100 milhões de libras para uma vasta gama de projetos, que não só trabalham para proteger a vida selvagem, particularmente as espécies ameaçadas, como também ajudam a aliviar a pobreza através do desenvolvimento sustentável e da educação entre as comunidades rurais que vivem ao lado da vida selvagem.

O Prémio Príncipe William para a Conservação em África, patrocinado pela Ninety One, é um prémio de realização ao longo da vida atribuído a um indivíduo que se distinga pela sua extraordinária dedicação e excecional contribuição contínua para a conservação em África. O prémio inclui uma bolsa Tusk de 100 000 libras durante três anos.

O Prémio Tusk para a Conservação em África, patrocinado pela Land Rover, destina-se a um indivíduo considerado um líder emergente da conservação, em reconhecimento pelo seu sucesso notável demonstrado na sua área de trabalho. Este prémio inclui uma bolsa Tusk de 75 000 libras ao longo de três anos.

O Prémio Tusk de Ranger de Vinda Selvagem dá reconhecimento internacional à dedicação e empenho de um indivíduo que trabalha no campo para proteger a vida selvagem de África.  O prémio está a ser patrocinado pela Fundação Nick Maughan.  O vencedor recebe uma bolsa Tusk de 30 000 libras ao longo de três anos.

Ninety One:
A Ninety One é um gestor de investimento global ativo que gere 134,9 mil milhões de libras em ativos (em 30.06.22). O nosso objetivo é proporcionar retornos de investimento a longo prazo aos nossos clientes, fazendo simultaneamente uma diferença positiva para as pessoas e para o planeta. Estabelecida na África do Sul, em 1991, como Investec Asset Management, a empresa começou como uma pequena start-up oferecendo investimentos domésticos num mercado emergente. Em 2020, enquanto empresa global orgulhosa das nossas raízes em mercados emergentes, demarcámo-nos para nos tornarmos a Ninety One.  Estamos empenhados em desenvolver equipas de investimento especializadas de forma orgânica. O nosso património e a nossa abordagem permitem-nos trazer uma perspetiva diferente ao investimento ativo e sustentável através de ações, rendimento fixo, ativos múltiplos e alternativas aos nossos clientes – instituições, consultores e investidores individuais em todo o mundo. Para mais informações, visite: Web: www.NinetyOne.com

Fundação Nick Maughan:
A Fundação Nick Maughan foi criada em 2020 para promover uma série de iniciativas filantrópicas na educação, no ambiente e em esquemas de apoio cívico às comunidades desfavorecidas. A Fundação apoia projetos de conservação da vida selvagem, tanto no Reino Unido como em todo o mundo. https://NMF.org.

Land Rover:
Desde 1948 que a Land Rover fabrica autênticos 4×4 que representam uma verdadeira “amplitude de capacidade” em toda a gama de modelos. Defender, Discovery, Discovery Sport, Range Rover, Range Rover Sport, Range Rover Velar e Range Rover Evoque definem cada um os setores dos SUV mundiais, com 80% desta gama de modelos exportada para mais de 100 países.

A Land Rover orgulha-se de apoiar os Prémios Tusk, não só para ajudar a reconhecer e a sensibilizar para a contribuição destes importantes conservacionistas, mas também para fornecer recursos que capacitem as comunidades e indivíduos em programas de conservação da vida selvagem em toda a África.www.LandRover.com
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Na Organização das Nações Unidas (ONU), Moçambique assegura contribuição no contraterrorismo global

Download logoMoçambique ressaltou temas como segurança, crises humanitárias, mitigação de risco de desastres, metas globais e atuação durante a pandemia na intervenção na 77ª Assembleia Geral da ONU.

Este sábado, o discurso do primeiro-ministro Adriano Maleiane destacou as contribuições que o país espera fazer no mandato como membro não permanente do Conselho de Segurança no biênio 2023-24.

Multilateralismo

“Conforme o lema da nossa candidatura ‘Paz e Segurança Internacionais e Desenvolvimento Sustentável’, iremos defender, de entre outras matérias, o diálogo e resolução pacífica dos conflitos, promoção de ações de prevenção e manutenção da paz, luta contra o terrorismo, advocacia do multilateralismo e o nexo entre as mudanças climáticas e a paz e segurança”.

Os efeitos no país  da guerra na Ucrânia e das várias crises que afetam o planeta foram destaque da intervenção. Maleiane pediu maiores esforços para melhorar o cenário através da cooperação internacional.

“Podemos destacar a Covid-19, as mudanças climáticas e as crises humanitárias, fenômenos que ameaçam a economia global. O surgimento de novos focos de tensões e conflitos internos e entre os Estados, o terrorismo e o crime organizado internacional afetam, negativamente, as perspectivas de crescimento e desenvolvimento econômico e social, agravando a crise alimentar, energética, humanitária e o funcionamento da cadeia de abastecimento dos mercados internacionais. É por esta razão que Moçambique defende a necessidade de se continuar a apostar no diálogo construtivo permanente.”

Contraterrorismo

O reforço do contraterrorismo em Moçambique acontece em momento próximo do fim do  processo de desarmamento, desmobilização e reintegração dos antigos guerrilheiros do então movimento rebelde e agora partido Renamo.

Com fim agendado para este ano, a ação faz parte da consolidação da paz e reconciliação nacional apoiado pela  ONU. Maleiane disse que mais de 4 mil ex-guerrilheiros da Renamo, de um total de 5.221, participaram do processo.

Já em relação ao terrorismo em Cabo Delgado, o primeiro-ministro disse que na atuação para combater os grupos armados foi adotada uma abordagem pioneira com avanços.

“Mercê das ações levadas a cabo por Moçambique, conjugadas com o apoio e assistência dos parceiros de cooperação multilaterais e bilaterais, entre os quais a Sadc, União Europeia e o Ruanda, temos vindo a registar avanços no combate ao terrorismo. Esta abordagem de Moçambique é pioneira em termos de uma ação regional concertada para enfrentar uma ameaça global que é o terrorismo.”

O primeiro-ministro disse que as medidas repõem a segurança e o regresso gradual da população as suas zonas de origem. A atividade econômica e social retorna nas regiões que foram alcançadas pelo Programa de Reconstrução de Cabo Delgado, Prcd.

Vacinados

O chefe da delegação moçambicana disse que apesar de situações adversas e desafiadoras, o país se recupera da pandemia. Pelo menos 96,6% de cidadãos com mais de 18 anos estão vacinados.

O discurso mencionou ainda a atuação diante dos eventos climáticos extremos a que Moçambique está exposto. O país foi  atingido por seis ciclones nos últimos três anos .

Moçambique pede que melhore a colaboração dos países para aumentar a capacidade de adaptação para enfrentar os efeitos das mudanças do clima, tendo como base os fundamentos do Acordo de Paris e no Quadro de Sendai.Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Africa Staff Writer

Programa institucional e várias iniciativas assinalam Dia Mundial do Turismo em Cabo Verde

Download logoAssinala-se na próxima terça-feira, 27 de setembro, o Dia Mundial do Turismo, este ano sob o lema: “Rethinking Tourism – Repensando o Turismo”. Para este dia, a Organização Mundial do Turismo destaca a oportunidade de repensarmos uma nova forma de fazer e tratar o turismo, o que significa colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar e reunir todos, desde governos, empresas e comunidades locais, em torno de uma visão compartilhada para um setor mais sustentável, inclusivo e resiliente.

O Dia Mundial do Turismo de 2022 será comemorado reiterando o turismo sustentável como pilar crucial do desenvolvimento dos povos e das nações. O tema “Repensando o Turismo”, proposto este ano pela Organização Mundial do Turismo (OMT), irá refletir isso.

Esta efeméride mundial já vai na sua 42ª Edição, tendo a OMT selecionado, desta vez, a Cidade de Bali, Indonésia, para a celebração central, um destino na vanguarda da reinvenção do turismo como pilar do desenvolvimento sustentável, com o objetivo de colocar as pessoas no centro das principais discussões. “Para onde vai o turismo? Onde queremos ir? E como chegamos lá?”

Nesse sentido, com o objetivo de responder aos desafios e às recomendações lançadas pela OMT, o Ministério do Turismo e Transportes, através do Instituto do Turismo de Cabo Verde, elegeu a ilha do Maio como palco central para as atividades comemorativas do Dia Mundial do Turismo 2022, em parceria com Câmara Municipal da ilha.

O evento, que será realizado na Cidade de Porto Inglês, entre 23 a 27 de setembro de 2022, vai contar com uma importante delegação do Ministério do Turismo e Transportes, chefiada pelo Ministro Carlos Santos e incluirá um vasto programa de visitas e debates multissetoriais à volta do tema “Repensar o turismo como elemento chave da Recuperação”, servindo como pano de fundo para a discussão à volta do “O Turismo que Queremos”.

Dia para promover consciência sobre o valor do turismo

As celebrações do Dia Mundial do Turismo acontecem todos os anos desde 1880. O 27 de setembro, foi instituído pela Organização Mundial do Turismo por ser a data em que, no ano de 1970, entraram em vigor as diretivas que são consideradas como mais marcantes para o turismo internacional.

Neste sentido, são chamados os mais diversos intervenientes e instituições do setor público e privado a celebrar e a interagir de forma que ninguém seja deixado para trás, sobretudo numa altura em que o mundo começa a repensar o turismo olhando novamente para o futuro do sector pós pandemia da Covid 19 e no contexto das mudanças climáticas e da guerra na Ucrânia.Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Africa Staff Writer

“Trinta anos da Constituição da República de Cabo simbolizam a sua valia, a sua consistência e maturidade” – Joana Rosa

Download logoO Ministério da Justiça, através da Direção Geral da Política de Justiça e o Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais, decidiram juntar esforços para realizar, em parceria com o PNUD e o UNICEF, um Fórum de Comemoração dos 30 anos da Constituição da República de Cabo Verde e do Dia Nacional dos Direitos Humanos”. A Ministra da Justiça, Joana Rosa, que presidiu, nesta quinta-feira, 22 de setembro, a abertura do evento, considerou que os “trinta anos da Constituição da República de Cabo Verde simbolizam a sua valia, a sua consistência e maturidade”.

Durante a sua intervenção a Joana Rosa defendeu que o reconhecimento internacional de Cabo Verde como farol de democracia em África e a única presença como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, deveu-se à Constituição democrática de 92 e prestar homenagem aos que, “de forma mais ou menos direta, vêm contribuindo para a consolidação do saber axiológico que ela encerra, afinal escolha de cada um e de todos, enquanto detentores do poder soberano”.

“Volvidos 30 anos da sua aprovação, não há notícia nem rumor de propostas sérias e consistentes para a sua substituição”, acrescentou Joana Rosa,

“Um desenvolvimento que só é verdadeiramente possível e inclusivo com a consagração do princípio do Estado de Direito Democrático, no qual a lei, enquanto expressão legítima da soberania popular delegada no legislador, deve orientar toda a atuação da comunidade, do Estado ao cidadão”.

Segundo Joana Rosa mesmo com “uma sociedade cada vez mais formada e informada é preciso reforçar os espaços para que a Sociedade Civil, no seu todo, se possa manifestar, porque afinal a Constituição é de todos”.

O fórum, destinado aos Órgãos de Soberania, pessoal Dirigente da Administração Pública, Advogados/Juristas, Docentes Universitários e Magistrados, contou com a presença da Ministra da Justiça da República Portuguesa, Catarina Sarmento e Castro, e tem por objetivo promover a Constituição da República e os seus princípios, reforçar a consciência cívica, sensibilizar e refletir sobre os Direitos Humanos em Cabo Verde.Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Africa Staff Writer

Moçambique e Tanzânia reafirmam compromisso de continuar a cooperar para o desenvolvimento

Download logoMoçambique e Tanzânia reafirmaram, esta quarta-feira, o compromisso de continuar a cooperar para o desenvolvimento dos dois países.

O comprometimento foi assumido no banquete de estado oferecido, esta quarta-feira pelo Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, a sua homóloga da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan.

“A vossa visita presidente e irmã Samia faz nos acreditar o ditado de referência na língua Kishawili que diz: Não abandone o que é seu, em troca de uma felicidade passageira. De facto, nem Moçambique, nem Tanzânia teria coragem de abandonar o outro, em qualquer que fossem as circunstâncias“, disse.

Na ocasião, Samia Suluhu Hassan também garantiu o comprometimento da Tanzânia em cooperar com Moçambique na manutenção da paz e nos projectos de desenvolvimento.

A Estadista tanzaniana disse estar impressionada com os níveis de desenvolvimento de Moçambique.

“Tive a oportunidade de dar uma volta na cidade de Maputo e testemunhei, vi o desenvolvimento desta cidade. O que vi e o que me foi apresentado pelo meu irmão Filipe Nyusi, é de louvar” , afirmou Samia Suluhu Hassan no banquete de Estado oferecido, esta quarta-feira, pelo seu homólogo de Moçambique, Filipe Nyusi. (RM)Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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“O Mercado de peixe do Porto Novo confere maior dignidade às peixeiras e tratadores de peixe” – Ministro do Mar

Download logoAbraão Vicente fez estas declarações durante a cerimónia de inauguração do mercado de peixe situado na localidade de Covada, no município do Porto Novo, Santo Antão, que aconteceu nesta quarta-feira, 21 de setembro.

A infraestrutura, que comporta 28 bancadas, câmara de frio, serviços administrativos, contou com um investimento de 20 milhões de escudos cabo-verdianos, distribuídos na construção, equipamentos e formações, financiados pelo Ministério do Mar, através do Fundo Autónomo das Pescas, pela Câmara Municipal do Porto Novo, Cooperação Luxemburguesa, pelo Fundo de descentralização e pela Associação de Pescadores e Peixeiras de Porto Novo.

“O mais importante deste mercado é a sua capacidade de conferir qualidade de vida, qualidade do trabalho, dignidade às peixeiras e aos tratadores de peixe, porque no final do dia, são os moradores de Porto Novo, as peixeiras, os pescadores e toda a cadeia de valor ligado ao setor do mar que sai valorizado”, afiançou o Ministro do Mar, durante a sua intervenção alertando, contudo, para a preservação e bom uso da estrutura.

O titular da pasta do mar recordou que o Governo de Cabo Verde está a trabalhar na credibilização das pescas, um setor eminentemente económico que é, traçando soluções conjuntas, envolvendo as comunidades com vista ao desenvolvimento sustentável a partir do mar.

Neste ponto agradeceu a parceria da Cooperação Luxemburguesa e do Escritório Conjunto das Nações Unidas pela excelente parceria com Cabo Verde. Enalteceu ainda a edilidade portonovense por compreender o sinal do Governo de que, trabalhar com os municípios, é trabalhar, com eficiência, para o povo.

Em nome das peixeiras do município, Maria Fonseca, agradeceu a nova casa solicitando harmonia, serenidade e cuidado no seu uso. “Hoje temos um espaço digno para vender o nosso peixe. Saímos da rua”.

A cerimónia serviu de mote para a assinatura de um Contrato Programa com a Associação de Pescadores e a entrega de Certificados de Formação de Manuseio, Conservação e Tratamento de Pescado sob selo da Escola do Mar e homenagens aos parceiros que tem colaborado na construção e desenvolvimento do município que completa 60 anos da sua criação.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Assinatura do Protocolo de cooperação para a implementação do Centro de Desenvolvimento de Atletismo Africano

Download logoUm acordo quadripartido de cooperação entre a Confederação Africana de Atletismo (CAA), o Instituto do Desporto e da Juventude, a Federação Cabo-verdiana de Atletismo e o Comité Olímpico de Cabo Verde, com vista à implementação do Centro de Desenvolvimento de Atletismo Africano, foi oficializado ontem, 21 de setembro.

O centro, destinado aos Países de Língua Oficial Portuguesa, com realce para a formação e treinamento dos atletas e dirigente, será sediado no Estádio Nacional e objetiva albergar diversos eventos desportivos ligados ao atletismo.

O Ministro Adjunto do Primeiro Ministro para Juventude e Desporto, Carlos Monteiro, que testemunhou o ato, considerou a assinatura deste acordo um marco histórico para o atletismo nacional e reafirmou o compromisso do Governo em trabalhar para a certificação da pista de atletismo existente no Estádio Nacional, além da melhoria da infraestrutura local.

Hamad Kalkaba Malboum, dirigente máximo da CAA, realçou a importância da instalação deste centro em Cabo Verde para o desenvolvimento desta modalidade no país. “Cabo Verde é uma grande Nação. Com ajuda de todos os parceiros e comunicação permanente, vamos alavancar o atletismo neste país” frisou.

A conclusão deste projeto, conta com o apoio técnico e financeiro da Confederação Africana de Atletismo que, desde dezembro de 2020, escolheu Cabo Verde para acolher o Centro de Desenvolvimento de Atletismo Africano.Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Fundo para o Ambiente Global e Fundo de Energia Sustentável para África, do Banco Africano de Desenvolvimento, disponibilizam 20 milhões de dólares para expandir a Plataforma de Recuperação Fora da Rede Covid-19

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AfDB.org) aprovou um investimento concessional de 20 milhões de dólares para apoiar a segunda fase da Plataforma de Recuperação Fora da Rede Covid-19 (Covid-19 Off-Grid Recovery Platform – CRP, em inglês) (https://bit.ly/3qXLziV).

A CRP é uma iniciativa de financiamento misto para desbloquear capital privado para empresas de acesso à energia, a fim de mitigar os impactos negativos da pandemia, ao mesmo tempo que faz aumentar o acesso à eletricidade limpa e assegura uma recuperação económica verde.

O Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA) (https://bit.ly/37jYAtS), um fundo multidoadores gerido pelo Banco Africano de Desenvolvimento, fornecerá 7 milhões de dólares em financiamento para a expansão; os restantes 13 milhões de dólares serão provenientes do Fundo para o Ambiente Global (GEF) (https://www.theGEF.org), um fundo ambiental multilateral.

A segunda fase ajudará a criar um financiamento adicional de 70 milhões de dólares para o setor do acesso à energia para amortecer os persistentes impactos da pandemia nas cadeias de abastecimento, a inflação, o custo crescente do capital, e os efeitos do conflito na Ucrânia.

Alix Graham, líder do Fundo de Acesso à Energia Fora da Rede, afirmou: “Com o financiamento concessional do SEFA ao abrigo da CRP, o Fundo de Acesso à Energia Fora da Rede conseguiu oferecer soluções de financiamento acessíveis em mercados como o Maláui e a Serra Leoa, que ajudaram as empresas a reduzir o impacto da crescente volatilidade da moeda e do aumento dos custos logísticos”.

Descreveu a CRP como uma parceria entre o desenvolvimento e o setor privado que oferecia soluções de financiamento inovadoras sem distorcer o mercado ou deslocar o capital privado.

O Fundo de Acesso à Energia Fora da Rede é gerido pelo Lion's Head Global Partners, um dos três gestores de fundos que em conjunto ancoraram a Fase I da Plataforma de Recuperação Fora da Rede Covid-19. Os outros dois são o Triple Jump (https://bit.ly/3f6oQ1s) e o SIMA Funds: Gestores e Consultores de Investimento Social (https://SIMAfunds.com).

Mark van Doesburgh, chefe adjunto de energia sustentável no Triple Jump, afirmou: “Apreciamos o apoio contínuo prestado pelo Banco Africano de Desenvolvimento para acelerar o progresso em direção ao sétimo Objetivo do Desenvolvimento Sustentável. O financiamento concessional concedido ao abrigo da segunda fase da CRP surge num momento crítico para as empresas em fase inicial de acesso à energia que continuam a ser afetadas pela Covid-19 e permite ao Fundo de Crescimento dos Empresários de Energia (https://bit.ly/3f6oQ1s) libertar financiamento flexível para o setor, numa altura em que o capital de risco é cada vez mais escasso”.

Através dos parceiros da CRP, as empresas de acesso à energia podem aceder a uma vasta gama de soluções flexíveis de financiamento da dívida em condições mais acessíveis. Até à data, foram aprovados mais de 50 milhões de dólares em financiamentos em condições favoráveis para 12 empresas de acesso a energia que estão a comercializar e a implantar sistemas solares domésticos, mini-redes, e soluções de irrigação solar comercial e industrial.

“Graças a esta forte parceria, conseguimos mobilizar mais de 140 milhões de dólares de capital para mitigar os desafios inéditos enfrentados pela indústria de acesso à energia nos últimos anos e para proteger o progresso no sentido do acesso universal em África”, disse João Duarte Cunha, Gestor da Divisão de Fundos de Energias Renováveis responsável pelo SEFA no Banco Africano de Desenvolvimento.
Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contactos:
Olufemi Terry
Departamento de Comunicação e Relações Externas
Banco Africano de Desenvolvimento
email: [email protected]

Contacto técnico:
João Duarte Cunha
Gestor da Divisão de Fundos de Energias Renováveis responsável pelo SEFA
[email protected]

SOBRE O SEFA:
O SEFA é um fundo especial multidoadores que visa desbloquear investimentos do setor privado que ajudam a proporcionar acesso universal a serviços energéticos acessíveis, fiáveis, sustentáveis e modernos para todos em África, de acordo com a estratégia vertida no Novo Acordo sobre a Energia para África, do Banco, e o Objetivo 7 de Desenvolvimento Sustentável.

SOBRE O GEF:
O Fundo para o Ambiente Global é hoje o maior financiador de projetos para melhorar o ambiente global. Fornece subvenções para projetos relacionados com a biodiversidade, a mitigação das alterações climáticas, a degradação dos solos, produtos químicos e resíduos e adaptação às alterações climáticas e águas internacionais.

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt
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Não há tempo a perder. Reunião ministerial apela a um financiamento urgente para os países mais vulneráveis às alterações climáticas

A apenas dois meses da Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP27) no Egito, África e outras partes do mundo em desenvolvimento que suportam o maior peso das alterações climáticas advertem contra a transformação da reunião num simples desfile de promessas.

O Presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, Dr. Akinwumi Adesina, e os oradores na 2ª reunião ministerial sobre clima e desenvolvimento, realizada à margem da atual Assembleia Geral da ONU, que decorre em Nova Iorque, questionaram o empenho dos países desenvolvidos em cumprir as promessas que fizeram na COP26, em Glasgow, e no Acordo de Paris de 2015.

Apelaram a uma ação urgente para angariar fundos para as nações mais vulneráveis do mundo.

A reunião de alto nível pretende que os objetivos climáticos e naturais sejam integrados na política financeira e económica, assim como um ponto de ação significativo a ser apresentado na COP27, em novembro. 

“Estamos atrasados. Temos de agir. Estou farto de estar sempre a repetir a mesma coisa, demasiadas vezes, nas mesmas reuniões. O ‘business as usual’ é o inimigo coletivo. É tempo de agir”, disse o enviado norte-americano para o clima, John Kerry, acrescentando: “Estamos a trabalhar em algo sério para ser posto em cima da mesa em Sharm El Sheik”.

O senador Kerry falou das suas recentes viagens à Nigéria e ao Senegal, que estão entre os 48 países subsarianos que contribuem com menos de 0,55% das emissões de gás carbónico, mas sofrem desproporcionadamente com os impactos das alterações climáticas.

Ele disse que o mundo deve mudar a forma como faz negócios antes da COP 27 e apelou ao envolvimento do setor privado para angariar o financiamento que é necessário para enfrentar as alterações climáticas. “O clima e o desenvolvimento andam juntos. O ponto-chave é: onde está o dinheiro? Todas as promessas foram deixadas em Paris”.

O Dr. Adesina mostrou a realidade das alterações climáticas em alguns dos países africanos que visitou recentemente, descrevendo a situação como uma coisa de arrepiar o coração.

“Em Cabo Verde, há quase três anos que não chove. Na Mauritânia, vastas áreas estão desertas devido à falta de chuva”, disse o líder do Banco Africano de Desenvolvimento

Adesina disse na reunião: “A África está a sofrer, a sufocar, e está em sérias dificuldades financeiras pelo que não causou. Deve haver um maior sentido de urgência não em falar, mas em fazer e garantir os recursos de que o continente necessita muito desesperadamente”.

Ele encarregou o mundo de apresentar resultados na COP 27, a ‘COP de África’: “Temos de garantir o que é preciso, lá. Se há coisa que precisa de ser garantida, é realmente de adaptação, precisamos desesperadamente de ter o financiamento para a adaptação”.

Adesina falou sobre o Programa de Aceleração da Adaptação de África, liderado pelo Banco, que está a mobilizar 25 mil milhões de dólares de financiamento para apoiar o continente à escala.

Os oradores defenderam uma estratégia coordenada que envolve financiadores, parceiros, e o setor privado a trabalhar em conjunto para financiar as alterações climáticas, especialmente para a adaptação. Além disso, instaram os países a honrarem as promessas que fizeram na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas de 2021, em Glasgow.

“A adaptação nunca recebe a atenção que merece. Precisamos de ter a certeza de que estamos a financiar as coisas que têm o maior impacto, disse o cofundador da Fundação Bill e Melinda Gates, Bill Gates.

Ele destacou como o desafio das alterações climáticas tem sido sublinhado por uma série de eventos climáticos adversos este ano, enfatizando a urgência de ação, incluindo o investimento em tecnologias e cientistas nos países em desenvolvimento.

“É fantástico que haja o objetivo de duplicar o dinheiro de adaptação até 2025 para 40 mil milhões de dólares. Vou dizer algumas coisas sobre como pensamos medir esses 40 mil milhões de dólares. A primeira é que provavelmente deveria concentrar-se nos países de baixos rendimentos. As necessidades são bastante traumáticas. Há a questão de como definimos esse dinheiro dado estes acontecimentos climáticos e os seus efeitos na agricultura…”.

“Penso que a comunidade mundial não está a dizer que devemos gastar menos em vacinas para financiar a adaptação climática, mas sim que queremos que este dinheiro seja incremental no orçamento da ajuda”, disse Bill Gates.

A Ministra do Ambiente do Ruanda, Dra. Jeanne d'Arc Mujawamariya, e copresidente da reunião, fez ecoar as vozes dos jovens na reunião.

“Como podem ver, os jovens estão preocupados com o seu futuro. Utilizemos a reunião ministerial de hoje para aprender uns com os outros e partilhar ações práticas e tangíveis que farão com que os jovens se sintam orgulhosos de nós. Estamos aqui juntos, trabalhando lado a lado para enfrentar a crise climática, a fim de assegurar um futuro brilhante para os nossos jovens”, afirmou.

A jovem ativista climático da Papua Nova Guiné Vinzealhar Ainjo Nen enfatizou a realidade da situação no seu país.

“A Papua Nova Guiné é uma das muitas nações insulares a viver a seca do clima e da natureza – longas secas, ilhas submersas, enfim, tudo e mais alguma coisa. O meu povo e eu estamos a existir nestas condições todos os dias”, disse ela no encontro.

Referindo-se ao que descreveu como um longo e complicado processo legal de acesso a fundos climáticos a nível nacional e internacional, observou: “Devo salientar que a mãe natureza não funciona dentro dos quadros legais, e não temos tempo a perder”.

O Secretário Executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, Simon Stiell, fez eco da necessidade do que chamou “uma série de ações” para mobilizar fundos.

“Precisamos de pôr toda a arquitetura a funcionar. Os desastres climáticos estão cada vez mais a surgir sob diversas formas. Estamos formalmente numa década de ação decisiva”, lembrou aos participantes do encontro.

Ruanda e a Presidência britânica da COP 26 copresidiram à Segunda Reunião Ministerial Clima e Desenvolvimento para rever os progressos desde a Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas da COP 26 e fazer avançar a ação climática global transformacional.

A reunião juntou mais de 30 países e representantes da ONU, do Banco Mundial, do Banco Africano de Desenvolvimento e do FMI para avaliar áreas para o progresso nas prioridades dos países vulneráveis ao clima e para levar a cabo a ação climática.

Clique aqui (https://bit.ly/3BZUtCI) para assistir ao discurso do Presidente Adesina no evento
Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contacto:
Emeka Anuforo,
Departamento de Comunicação e Relações Externas,
email: [email protected]

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em https://www.AfDB.org/pt
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Secretário de Estado da Saúde visita Policlínica Santiago e disse ter saído com uma boa impressão

Download logoA visita à Policlínica Santiago, realizada pelo Secretário de Estado da Saúde, Evandro Monteiro, aconteceu na manhã desta quarta-feira, 21 de setembro, e teve como objetivo, conhecer as respostas e as perspetivas de parcerias, bem como conhecer esta infraestrutura de saúde, os serviços disponibilizados de cuidados em saúde e os desafios para próximos tempos.

À saída da visita e do encontro que teve com o promotor do investimento, Sílvio Moreira, e com o Diretor Clínico da instituição, Evandro Monteiro diz ter ficado impressionado com as condições que existem nesta estrutura de saúde privada, sobretudo, pelo modelo de estruturas que se pretende para o país, percebendo-se de uma visão muito clara e enquanto governo o objetivo é suportar e comparticipar para o desenvolvimento destas iniciativas.

Durante o encontro com o corpo diretivo da policlínica foram analisadas questões que se prendem a parceria público-privada, tendo o Secretário de Estado da Saúde manifestado total abertura por parte do Ministério da Saúde, com vista ao reforço deste tipo de parcerias que considera estratégicas para o reforço do sistema público de saúde e vice-versa.

Evandro Monteiro reafirmou que este é o caminho que o Governo tem procurado, isto é, o de parcerias público/privada. A propósito, na próxima semana o Ministério da Saúde irá receber uma equipa internacional para se tomar o pulsar daquilo que o país tem em termos de respostas privadas e identificar as áreas onde se pode avançar para melhorar essa relação entre o sector privado e público.

“O nosso objetivo é trabalhar na complementaridade e reforçarmos todo sistema, a partir das estruturas privadas de saúde, conforme consta do Programa do governo”.

Para o Diretor Clínico da Policlínica Santiago, Luís Morreira, esta visita do Secretário de Estado Adjunto da Saúde é uma grande satisfação, pois representa uma abertura para parcerias nomeadamente na área do centro de hemoterapia para o respaldo do estado na realização de cirurgias e permitiu ver in loco todo investimento realizado para dar as respostas às demandas cirúrgicas e não só.

A policlínica Santiago inaugurando a cerca de um ano tem disponibilizado serviços diversos em várias áreas da medicina.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Medidas de mitigação adotadas pelo Governo representam um total de 8.8 milhões de contos e 15% do orçamento global de 2022

Download logoAs medidas de mitigação adotadas pelo Governo, visando a estabilização de preços dos produtos alimentares, do setor de eletricidade e combustíveis e de alargamento da pensão social do regime não contributivo, representam um total de 8.8 milhões de contos (cerca de 81 milhões de euros) até o final do ano, mais de 15% do Orçamento global de 2022 e mais de 5% de riqueza nacional, informou, hoje de manhã, o Vice-Primeiro-ministro e Ministro das Finanças, Olavo Correia.

“Nós já temos até este momento engajado e comprometido, em termos de medidas de políticas públicas nestes setores, mais de 50% deste valor referido. Ou seja, uma receita de mais de 4 milhões de contos comprometidos do ponto de vista de intervenção do Governo”, afirmou Olavo Correia.

Em conferência de imprensa realizada hoje para fazer o balanço da implementação das medidas de mitigação da crise adotadas pelo Executivo, Olavo Correia reafirmou que essas medidas estão a ser implementadas desde o mês de março a vários níveis do ponto de vista de intervenção do Governo nos sectores da economia, energia e o agroalimentar, setores que foram os mais impactados com esta tripla crise.

Governo com enorme preocupação sobre a economia internacional

O Governo está a olhar para o próximo ano com enorme preocupação no que tange à economia internacional, disse Olavo Correia, ciente de que Cabo Verde está perante um contexto em que pode contar com mais desaceleração económica na medida em que mais países vão entrando em receção económica. Essas tendências, segundo disse, persistem com consequências devastadoras para os mercados emergentes, mas também para as economias em desenvolvimento e particularmente para as pequenas economias insulares, como é o caso de Cabo Verde.

“Não há boas notícias do lado externo. E nós não podemos esperar facilidades. Temos de ser mais fortes para vencermos todos os desafios com os quais estamos confrontados hoje. Como devem estar informados, o mundo pode estar se aproximando de uma receção global, infelizmente”.

Olavo Correia apontou que a guerra na Ucrânia, tem um potencial desastroso para a economia mundial e para Cabo Verde também e traz, sobretudo, três movimentos que são críticos e desastrosos para a gestão macroeconómica macro orçamental e social.

“Desde logo um arrefecimento económico – uma tendência para provocar um arrefecimento económico global. As estimativas apontam para uma possível receção económica global em 2023, na sequência dos aumentos de taxas de juros ao nível dos bancos centrais no quadro mundial. Em segundo lugar um aumento de inflação, uma tendência global, mas também nacional. Em terceiro lugar um aumento das taxas de juros nos mercados financeiros internacionais”. Esses três movimentos, sustentou, têm impacto brutal na redução de rendimento das famílias, mas também das empresas.

Para o Vice-Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, o Governo está a verificar um aumento sincronizado de taxas de juros globais e as ações de políticas monetárias relacionadas provavelmente podem continuar no próximo ano e podem não ser suficientes para trazer a inflação de volta aos níveis vistos antes da pandemia da Covid-19.

Cabo Verde tem dado respostas

“E este é o contexto com o qual estamos a governar: uma enorme crise internacional, na sequência de uma crise climática forte em Cabo Verde, as secas permanentes, profundas e continuadas; a crise provocada pela Covid-19; os impactos diretos provocados pela guerra na Ucrânia e agora uma possível receção económica no próximo ano”.

“Portanto, não são boas notícias, ninguém pode esperar facilidades. Nós é que temos que ser mais fortes para sermos capazes de vencer os desafios com os quais estamos confrontados” acrescentou.

Apesar da tendência ser para uma redução da atividade económica, aumento de inflação e das taxas de juros no mercado internacional e ao nível do mercado cabo-verdiano, para Olavo Correia, o Governo de Cabo Verde tem dado respostas com impactos visivelmente na vida das famílias.

“Nós desde março tomamos medidas de políticas públicas corajosas. Não tomamos essas medidas hoje, foram tomadas desde março deste ano e foram medidas corajosas para atuar a vários níveis no ponto de vista de intervenção no que tange ao sistema alimentar – para garantir não só o abastecimento, mas também o nível de preço suportável para os nossos concidadãos – medidas ao nível do setor de eletricidade e dos combustíveis, nomeadamente fiscais, parafiscais, financeiras entre outras; medidas para alargar a pensão social do regime não contributivo para mais de três mil beneficiários mas também para aumentar o número de beneficiários no que tange ao rendimento social de inclusão”.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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“Um milhão e 300 mil contos é o custo de compensação das medidas efetivadas pelo Governo para os combustíveis e eletricidade” MICE – Alexandre Monteiro

Download logoEm conferência de imprensa realizada, hoje (21), na Praia, sobre o balanço da implementação das medidas de mitigação nos preços dos produtos energéticos, o Ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Monteiro, afirmou que o custo de compensação das medidas efetivadas pelo Governo, de abril a setembro, é de 1.300.000 (um milhão e trezentos mil contos) para a eletricidade e os combustíveis.

Desse montante cerca de “600 mil contos foram destinados para a mitigação dos combustíveis e 700 mil contos para a eletricidade.” O Ministro Alexandre Monteiro adiantou ainda que até final do ano, estarão engajados mais 800 mil contos, que será repartido em 200 mil contos de custo de mitigação de combustíveis via fiscalidade e de mais 600 mil contos na compensação da tarifa de eletricidade.”

O Governante apresentou ainda um conjunto de medidas estruturais adotadas pelo governo que tem vindo a ser implementadas desde janeiro deste ano.

“O Governo tomou medidas em sede de Orçamento de Estado 2022, para amortecer o choque, como a redução do IVA sobre eletricidade de 15 para 8%; aumento do desconto na tarifa social de eletricidade de 30 para 50%; suspensão do mecanismo automático de atualização de preços dos combustíveis e a estabilização do preço do gás Butano.”

Para além destas medidas, foram também aprovadas outras medidas por resolução, como o Decreto-Lei e as leis que visam a compensação na tarifa de eletricidade em 7 ECV/kwh; aumento 0 na tarifa social de eletricidade; redução das taxas aduaneiras sobe gasóleo, gasolina e fuel e a suspensão durante o mês de julho da taxa de manutenção rodoviária;

Alexandre Monteiro assegurou que o Governo está empenhado na mobilização dos recursos necessários à implementação das medidas tomadas, mas também no acompanhamento da evolução dos preços internacionais dos derivados de petróleo e nos impactos internos das medidas de eficiência energética em curso e, em função da avaliação da situação internacional, o Governo fará os ajustes necessários.
Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Fundo de Títulos de Dívida Interna Africana entra na Bolsa de Valores do Botsuana

O Fundo de Títulos de Divida Interna Africana (ADBF), um fundo negociado em bolsa, foi cotado na moeda local, o Pula, na Bolsa de Valores do Botsuana (BSE). A entrada em bolsa, a 15 de setembro de 2022, surge no seguimento da entrada na Bolsa de Valores das Maurícias em 2018, em dólares. A cotação usando o Pula oferece aos investidores uma ferramenta inovadora para ganhar exposição à moeda local africana com um rendimento fixo.

O ADBF é o primeiro fundo multinacional de rendimento fixo negociado numa bolsa em África. Foi lançado pelo Banco Africano de Desenvolvimento num conjunto de iniciativas para fortalecer as economias africanas, reduzindo a sua dependência de dívida emitida em moeda estrangeira, aumentando a gama de opções de financiamento disponíveis, e atuando como um catalisador para a integração do mercado regional.

O Fundo replica o Índice Bloomberg do Banco Africano de Desenvolvimento de Obrigações Africanas (ABABI), um índice de um conjunto de títulos que acompanha 10 países e representa cerca de 90% do volume total de títulos de dívida em circulação em moeda local africana.

O ABABI, administrado pelo Banco e calculado pela Bloomberg, foi desenvolvido para melhorar a liquidez nos mercados de capitais locais e servir de referência para os investidores em moeda local africana. Os índices também fornecem uma ferramenta estratégica para melhorar a infraestrutura dos mercados obrigacionistas africanos.

Stefan Nalletamby, Diretor do Departamento de Desenvolvimento do Setor Financeiro do Banco Africano de Desenvolvimento, afirmou: “Esta entrada na BSE é uma evolução muito positiva, uma vez que o estatuto dos ativos locais do Fundo permitirá aos investidores institucionais do Botsuana investir no Fundo como parte das suas alocações internas. Esta cotação alinha-se com o nosso mandato para desenvolver produtos dos mercados de capitais nos nossos países membros regionais”.

O Fundo de Títulos de Divida Interna Africana oferece oportunidades atrativas tanto do ponto de vista do investimento como do desenvolvimento, disse Ahmed Attout, Gestor da Divisão de Desenvolvimento dos Mercados de Capitais do Banco. O Banco Africano de Desenvolvimento não só concebeu o Fundo como também está a investir até 25 milhões de dólares, um sinal de compromisso para com a iniciativa, explicou.

O Banco Africano de Desenvolvimento trabalha para aprofundar os mercados de obrigações em moeda local de África e criar um ambiente onde os países africanos possam ter acesso a financiamento a longo prazo.Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Contacto com os media:
Olufemi Terry,
Departamento de Comunicação e Relações Externas,
Email: [email protected]

Contacto técnico:
Albin Kakou,
Responsável de Investimento,
Banco Africano de Desenvolvimento

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/ptMedia filesDownload logo

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Pode a Ação de Adaptação de hoje minimizar as futuras perdas e danos de África?

À margem da edição de 2022 da Semana Africana do Clima, uma sessão intitulada ‘Limitar as perdas e danos através de uma Ação de Adaptação Melhorada em África’ apresentou uma discussão vibrante e oportuna de um aspeto das alterações climáticas que normalmente recebe pouca atenção: captar e avaliar os custos e danos associados às alterações climáticas.  

O Banco Africano de Desenvolvimento e a Fundação Konrad Adenauer, da Alemanha, acolheram o evento, que proporcionou um fórum para os painelistas e participantes discutirem a importância de definir e avaliar tais perdas e danos de propriedades, economias, vidas e meios de subsistência devido a desastres climáticos. África é reconhecida como sendo o continente mais vulnerável às alterações climáticas.

O moderador, Olufunso Somorin, Diretor Regional do Banco Africano de Desenvolvimento, abriu a discussão. Salientou que é importante para os países africanos medir as perdas e danos relacionados com as alterações climáticas para permitir uma quantificação apropriada e respostas bem concebidas e mais adequadas ao contexto do país. Era igualmente importante captar essas perdas ocorridas mesmo nos casos em que tinham sido tomadas medidas preventivas de adaptação climática, acrescentou.

Fatten Agad, Consultora Sénior sobre Diplomacia e Geopolítica Climática da Africa Climate Foundation, defendeu a realização de um relatório que servisse de orientação e base para avaliar as perdas e danos relacionados com o clima. “Já foi demonstrado que o impacto socioeconómico enfrentado pelos países africanos para enfrentar a crise da Covid-19 tem sido muito elevado, e acrescentar um fardo de financiamento de algo como estas perdas e danos seria injusto”, disse.

Anja Beretta, Diretora da Konrad Adenauer para a Segurança Energética e Alterações Climáticas em África, exortou os países africanos a integrar mecanismos para enfrentar perdas e danos nas suas Contribuições Determinadas a Nível Nacional (NDC). Ela também apelou à designação de instituições e estruturas funcionais para assegurar a utilização eficiente e eficaz do financiamento climático, a fim de fazer avançar a discussão sobre os fluxos financeiros para perdas e danos.

Stephane Bonamy, Chefe da Delegação Regional do Comité Internacional da Cruz Vermelha nos Camarões, afirmou que, para os países que enfrentam tanto conflitos como impactos das alterações climáticas, é imperativo que as medidas preventivas sejam implementadas suficientemente cedo para reduzir a extensão das perdas e danos enfrentados e diminuir os encargos para as comunidades”. Ele observou que 14 dos 25 países mais vulneráveis aos impactos das alterações climáticas em todo o mundo também enfrentam alguma forma de conflito.

O Dr. Olumide Abimbola, Diretor Executivo do Instituto de Pesquisa de Políticas Africanas, em Berlim, reiterou a necessidade de mais exemplos africanos de perdas e danos passados e atuais serem incorporados em livros e revistas.

Houve acordo entre os participantes sobre a necessidade de África dar prioridade a ações de adaptação oportunas, abrangentes e em larga escala para evitar ou minimizar perdas e danos futuros.

Houve também consenso sobre a necessidade urgente de aumentar os fluxos financeiros de fontes públicas e privadas para ações de adaptação em toda a África. Citaram o Programa de Aceleração da Adaptação de África, do Banco Africano de Desenvolvimento, uma iniciativa conjunta com o Centro Global sobre Adaptação, como um exemplo positivo. O programa procura mobilizar 25 mil milhões de dólares ao longo de cinco anos para acelerar e dar escala às ações de adaptação climática em todo o continente.

Os participantes também apelaram a novas parcerias estratégicas para impulsionar políticas, planos e investimentos de adaptação em África através da implementação de NDC e da exploração de sinergias com iniciativas como o programa Financiamento do Risco de Catástrofes em África.
Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).Sobre a Semana Africana do Clima (ACW):
A ACW é um evento anual que envolve e capacita as partes interessadas a impulsionar a ação climática em todos os países, comunidades e economias. O evento é organizado pela UN Climate Change em colaboração com parceiros globais Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Programa das Nações Unidas para o Ambiente e o Grupo Banco Mundial. Os parceiros na região incluem a União Africana, o Banco Africano de Desenvolvimento, a Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA). A ACW 2022 realizou-se no Gabão.

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Presidente da República recebe homóloga da Tanzânia

Download logoO Chefe de Estado, Filipe Nyusi, recebe, esta quarta-feira no seu Gabinete, a Presidente da República Unida da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, para conversações oficiais, no âmbito da visita de trabalho de três dias, que efectua ao país.

A vista da Presidente Samia Suluhu à Moçambique, segundo um comunicado, surge em resposta ao convite formulado pelo Chefe do Estado moçambicano e enquadra-se no reforço e aprofundamento dos laços históricos de irmandade, solidariedade e de cooperação política, económica, social e cultural entre os dois países.

Durante a visita, os dois Chefes de Estado passarão em revista a situação política, económica e social de cada um dos países, bem como trocar impressões sobre questões de interesse comum a nível da África Austral, do continente africano e do mundo em geral. Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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All Africa Music Awards (AFRIMA) Divulga a Lista dos Nomeados Pela Edição de 2022

O Comitê Executivo Internacional do All Africa Music Awards (AFRIMA) (www.AFRIMA.org), em conjunto com a Comissão da União Africana (AUC), divulgou, na quarta-feira, a lista oficial dos nomeados pela edição de 2022.

Baixe o documento 1: https://bit.ly/3UrlFBH
Baixe o documento 2: https://bit.ly/3BxWapB
Baixe o documento 3: https://bit.ly/3Lw03Qw

Somadas de inscrições total de 9.067 – a maior já registrada pelos prêmios desde sua criação – um total de 382 indicações foram feitas em 39 categorias, representando todas as cinco regiões da África, bem como na diáspora. Lembre-se que o júri da AFRIMA, composto por um painel de 12 membros especialistas em música, bem como o AUC, realizou um adjudicação de 10 dias em julho, para delibrar sobre o melhor das entradas para compor a lista.

Mais importante, somente as inscrições dentro do prazo de validade de 20 de agosto de 2021 a 5 de agosto de 2022, foram consideradas para a indicação da premiação deste ano.

Liderando as nomeações em base regional este ano está a região da África Ocidental com a nomeação de 134 que representa 35%; enquanto África Oriental segue perto com 69 nomeações, representando 18%; a região sul-africana corre de perto com 68 nomeação, representando 17,8%, enquanto a África Central puxa seu peso com 52 nomeações, representando 13,6%; enquanto a região norte – africana segue de perto com 49 nomeações, representando 12,8%.

Além disso, a região musical global, que representa a música de nãoafricanos na diáspora que ainda contribuem para o crescimento da região africana, soma a lista com 10 indicações, representando 2,6%.

Dominando a lista com mais indicações, este ano, está o maverick sul-africano, Costa Titch, com seis indicações para seu sucesso de 2021, Big Flexa, em “Canção do Ano”; “Breakout Artist of the Year”; “Melhor Colaboração Africana”: “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Eletro Africano”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Uso da Dança Africana/Coreografia”.

Interessantemente, o maestro congolês, Dadju, também empata com seis indicações, também, em “Melhor Homem da África Central”; “Artiste do Ano”; “Melhor Ato Africano na Diáspora”; e “Melhor Trilha Sonora em Filme, Série ou Documentário”.

Mais uma vez, empatando com cinco nomeações, também, está o Disc Jockey argelino e produtor musical, em “Melhor Artista Masculino no Norte da África”; “Canção do Ano”; “Melhor DJ africano”; “Melhor Ato Africano na diáspora”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Eletro Africano”.

Além disso, o terceiro maior ranking é outro cantor argelino, Soolking, com cinco indicações em “Melhor Artista Masculino no Norte da África”; “Canção do Ano”; “Álbum do Ano”; “Melhor Vídeo”; e “Melhor Ato Africano na Diáspora”.

Por fim. Fechado o empate dos artistas com a terceira maior nomeação está o rapper egípcio e produtor musical, Wegz, com cinco indicações em “Melhor Artista Masculino no Norte da África”; “Canção do Ano”; “Produtor do Ano”; “Artista de Ano”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo na África Contemporânea”.

Outros artistas com quatro nomeações são os mavericks nigerianos, Burna Boy em “Melhor Artista Masculino na África Ocidental”; “Canção do Ano”; “Álbum do Ano”; e “Artiste of the year”); Fireboy em “Melhor Artista Masculino na África Ocidental”; “Canção do Ano”; “Produtor do Ano”; “Artista do Ano”; e “Melhor Colaboração Africana”; Kizz Daniel em “Melhor Artista Masculino na África Ocidnetal”; “Canção do Ano”; “Artista do Ano”; “Melhor Colaboração Africana”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo no Pop Africano”; e Tiwa Savage em “Melhor Artista Feminina na África Ocidental”; “Artista do Ano”; “Melhor Colaboração Africana”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em RnB/Soul Africano”.

Os outros astros africanos com quatro indicações são Zakes Bantwini (África do Sul) em “Melhor Artista Masculino na África Austral”; “Melhor DJ africano”; “Artista do Ano”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Eletro Africano”; e “Marwan Moussa (Egito) em “Melhor Artista Masculino no Norte da África”; “Melhor Rapper/Letrista Africano”; “Breakout Artist of the Year”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em Hip Hop Africano”; e Nomfundo Moh (África do Sul) em “Melhor Artista Feminina na África Austral”; “Álbum do Ano”; “Breakout Artiste of the Year”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo em RnB/Sul Africano”.

É interessante, artistas que foram reconhecidos entre os “Mais Promissores” no ano passado, cujas nomeações atuais indicam que um crescimento significativo em suas artes respectivas incluem: Ckay (Nigéria) em “Produtor do Ano”; “Artista do Ano”; e “Melhor Artista, Duo ou Grupo no Pop Africano”; Ruger (Nigéria) em “Melhor Artista Masculino no Norte da África e “Breakout Artiste of the Year”

Comentando sobre a lista de nomeações, o membro de júri da AFRIMA representando a região Sudeste de África, Adam Tiran, disse: “A grande variedade de música de todo o continente que nós consideramos na adjudicação da AFRIMA, para os prêmios deste ano, é magnífico. É realmente muito encorajante ver tantas superestrelas africanas na lista, assim como outras estrelas próximas que tiveram um ano incrível e, finalmente, muitas novas descobertas musicais. O futuro é brilhante para o continente!

É muito importante ressaltar que o portal de votação pública para a edição 2022 da AFRIMA será ao vivo no domingo, 25 de setembro de 2022, às 12:00 pm CAT. Os amantes da música africana dentro do continente, e em todo o mundo podem visitar o site oficial www.AFRIMA.org votar.

A votação termina às 12h (CAT), 10 de dezembro de 2022, antes da cerimônia de premiação principal da AFRIMA.

“A lista de indicados inclui 29 categorias de prêmios continentais e 10 categorias de prêmios regionais divulgadas para votação pública na www.AFRIMA.org. A categoria restante do “Legend Award” será anunciada na premiação. Além disso, trouxemos de volta a categoria “Melhor Trilha Sonora em Filme, Série ou Documentário”, este ano, devido à disponibilidade de inscrições de qualidade para a edição deste ano. Lembre-se que tivemos que suspendê-lo, no ano passado, devido à falta de entradas de qualidade.

“No geral, estamos muito orgulhosos e confiantes em nosso trabalho, e continuaremos a intensificar nossos esforços para garantir que a AFRIMA continue sendo o reconhecimento final da música africana globalmente em consonância com sua visão”, disse a chefe de cultura da comissão da União Africana sobre o Jurí, Angela Martins.

Enquanto, o All Africa Music Awards de 2022 será realizado entre os dias 8 e 11 de dezembro de 2022. Um anúncio especial será feito no país sede e local para a premiação, 30 de setembro de 2022.

A cerimônia de premiação da AFRIMA contará com uma festa de 4 dias de música, brilho e glamour com o objetivo de celebrar a África, reconhecer talentos e expandir as fronteiras econômicas da cultura e da indústria criativa no continente.

Os amantes da música africana podem participar dos eventos nas redes sociais, transmissão ao vivo no site da AFRIMA em www.AFRIMA.org e visitar as plataformas de mídia social (instagram/Facebook – Afrima.official; Twitter – Afrimawards), e eles podem assistir à cobertura do evento sintonizando seus provedores locais e de TV a cabo.

Em parceria com a comissão da União Africana, a AFRIMA é uma plataforma musical focada na juventude que reconhece e recompensa o trabalho e os talentos dos artistas africanos através de gerações.

A AFRIMA estimula principalmente conversas entre os africanos, e também o resto do mundo, especialmente sobre o potencial das artes criativas para fomentar empreendimentos humanos reais, além de contribuir significativamente para a coesão social, bem como o desenvolvimento sustentável na África.

O programa de 4 eventos está em consonância com a Agenda UA 2063, que descreve a Aspiração 05 como o desenvolvimento do setor de artes e cultura, incluindo suas indústrias culturais e criativas, para impulsionar o desenvolvimento da economia africana.
Distribuído pelo Grupo APO para All Africa Music Awards (AFRIMA).Baixe mais imagens: https://bit.ly/3DL0CEb
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